Arquivo do mês: fevereiro 2009

Casamento Celestial – Livro*

PADRÕES DE NAMORO

O casamento certo começa

com o namoro certo.

—Élder Spencer W. Kimball

Presidente Spencer W. Kimball

“ ‘Almas gêmeas’ são ficção e uma ilusão. Embora
todo rapaz ou moça deva procurar com toda diligência e fervor uma pessoa que lhe permita uma vida
compatível e bela, também é certo que praticamente todo casal de bem pode ter felicidade e um casamento harmonioso, se ambos estiverem dispostos a pagar o preço.
(“Oneness in Marriage”, Ensign, março de 1977, p. 4.)

Presidente Ezra Taft Benson

“A missão deve ser encarada não apenas como um dever do sacerdócio, mas todo rapaz deveria ansiar por essa experiência com grande alegria e expectativa. (…)
Não existe nada que possam fazer que seja mais importante.
Os estudos podem esperar, as bolsas de estudo podem ser adiadas; as metas profissionais podem ser postergadas. Sim, até o casamento no templo deve esperar, até que o jovem tenha servido honrosamente ao Senhor.  E quero admoestá-los a somente namorar
moças fiéis ao evangelho, que também creiam nisso e
lhes dêem incentivo.” (Conference Report, abril de 1986, p. 57; ou Ensign, maio de 1986, p. 44.)
“Agora, vocês não devem esperar perfeição ao escolherem sua companheira. Não sejam tão exigentes
a ponto de ignorarem seus atributos mais importantes: um forte testemunho, obediência aos princípios do evangelho, amor ao lar, o desejo de ser uma mãe em
Sião e a disposição de apoiá-los em suas responsabilidades do sacerdócio.
Evidentemente, ela deve ser atraente para vocês, mas
não fiquem namorando uma moça depois da outra por simples prazer, sem procurar a confirmação do Senhor na escolha da companheira eterna.
Um excelente meio de avaliar se uma jovem pode ou não ser a pessoa certa é o seguinte: na presença dela vocês têm os pensamentos mais nobres, aspiram às
melhores ações, desejam ser melhores do que são?”
(Conference Report, abril de 1988, p. 59; ou Ensign, maio de 1988, p. 53.)

Presidente Gordon B. Hinckley

“Como é verdadeiramente bela uma jovem bem vestida que é pura em corpo e espírito. Ela é uma filha de Deus de quem seu Pai Eterno pode orgulhar-Se. Como é
bonito um rapaz bem vestido. Ele é um filho de Deus,
digno de possuir Seu santo sacerdócio. Ele não precisade tatuagens nem brincos na orelha ou em outras  partes do corpo. A Primeira Presidência e o Quórum dos Doze
são todos da mesma opinião quanto a isso. (…)
Agora, apenas algumas palavras sobre o mais comum e mais difícil de todos os problemas que os rapazes e moças enfrentam. É o relacionamento que mantêm uns
com os outros. Vocês estão lidando com o mais forte dos instintos humanos. Apenas o instinto de
sobrevivência talvez seja maior.
O Senhor fez-nos atraentes uns para os outros com um propósito grandioso. Mas essa própria atração torna-se um barril de pólvora se não for mantida sob controle. É
algo belo quando exercido da maneira correta, mas letal quando extrapola os limites estabelecidos pelo Senhor. É por isso que a Igreja se opõe ao namoro precoce.
Essa regra não tem o intuito de prejudicá-los de modo algum. Ela visa a ajudá-los e o fará, caso a observem.
O namoro firme entre pessoas de pouca idade costuma acabar em tragédia. Há estudos que mostram que quanto mais tempo um menino e menina namoram, maior é a
probabilidade de fazerem coisas que não deveriam.
É melhor, meus amigos, sair com várias pessoas diferentes até vocês estarem prontos para casar.
Divirtam-se, mas mantenham a devida distância. Não se precipitem. Talvez não seja fácil, mas é possível. (…) Vocês são por demais preciosos. Significam tanto para a
Igreja. Ela não seria a mesma sem vocês. Atinjam seu potencial, com orgulho de sua herança como filhos de Deus.
Voltem-se para Ele em busca de entendimento e orientação. Andem segundo Seus preceitos e
mandamentos. Vocês podem divertir-se. É claro que sim! Queremos
que o façam. Desejamos que desfrutem a vida. Não
queremos que sejam puritanos. Desejamos que sejam
saudáveis e alegres, que cantem e dancem, que riam e sejam felizes.
Mas em tudo isso, tenham humildade e fé, e o céu lhes
sorrirá.” (“Conselhos e Oração do Profeta para os Jovens”, A Liahona, abril de 2001, pp. 38–40.)

“Não me preocupo com vocês, rapazes que retornaram recentemente do campo missionário.
Vocês sabem tão bem quanto eu o que precisam fazer. É sua responsabilidade e privilégio, por meio do
processo natural de namoro e cortejo, encontrarem
uma maravilhosa companheira e casarem-se com ela
na casa do Senhor. Não se apressem indevidamente nem adiem impropriamente o casamento. ‘Casar com pressa é arrependimento na certa’ diz um antigo
provérbio que ainda faz sentido em nossa época. Mas não percam tempo num infrutífero, frustrante e
frívolo jogo de namoro que apenas cria esperanças e
traz desapontamentos e, em alguns casos, verdadeiro
sofrimento.” (“To Single Adults”, Ensign, junho de 1989, p. 72; ver também pp. 73–75.)

Élder Spencer W. Kimball

“Os rapazes raramente criticam uma moça por usar
pouca maquiagem. Às vezes eles dizem: ‘Ela é uma boa
moça, mas gostaria que se vestisse melhor, e ela usa
muita maquiagem’. O exagero no vestuário, vestir-se de
modo ousado para parecer sensual ou usar excesso de
adornos é, no mínimo, de mau gosto. A moça
inteligente é aquela que sabe usar o suficiente de pó-dearroz
e batom para convencer os rapazes de que sua
bela aparência é real, e não apenas maquiagem. (…)
Os rapazes devem manter o rosto barbeado, o cabelo
penteado, com corte discreto, e as unhas limpas.
Calças muito apertadas e sugestivas fazem os rapazes
parecerem vulgares. Os jovens podem ter uma
aparência agradável, digna e atraente, procurando
vestir-se com bom estilo, evitando os extremos da
moda.” (“Save the Youth of Zion”, Improvement Era,
setembro de 1965, p. 761.)
“Sem dúvida, o casamento certo começa com o
namoro certo. O homem geralmente se casa com
quem se relaciona. (…) Portanto esta admoestação é
dada com grande ênfase. Não se arrisquem em
namorar pessoas que não são membros ou membros
despreparados ou descrentes. Uma jovem talvez diga:
‘Ah! Eu não tenciono casar com ele. É apenas um
passatempo. Isso é muito perigoso, pois ela pode
apaixonar-se por alguém que talvez nunca aceite o
evangelho.” (O Milagre do Perdão, p. 241.)

Élder M. Russell Ballard

“Vocês, rapazes, precisam cultivar uma atitude respeitosa
para com as mulheres de todas as idades. As moças
pediram-me que lhes dissesse que elas gostariam de ser
respeitadas e ser alvo de cortesias sinceras e simples. Não
hesitem em mostrar boas maneiras, abrindo uma porta
para elas, tomando a iniciativa de convidá-las para um
encontro e levantando-se quando elas entrarem numa
sala. Acreditem ou não, nesta era de igualdade de
direitos, nossas moças esperam receber de vocês esse
tipo de cortesia.” (Conference Report, outubro de 1990, p. 48; ou Ensign, abril de 1990, p. 37.)

AMOR

Quando amamos realmente

uma pessoa, preferimos morrer

a prejudicá-la.

—Élder Spencer W. Kimball

Mateus 6:24

“Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há
de odiar um e amar o outro, ou se dedicará a um e
desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e a
Mamom.”

Romanos 8:35, 39

“Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação,
ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez,
ou o perigo, ou a espada? (…)
Nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra
criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está
em Cristo Jesus nosso Senhor.”

Romanos 13:10

“O amor não faz mal ao próximo. De sorte que o
cumprimento da lei é o amor.”

Efésios 5:2, 25, 33

“E andai em amor, como também Cristo vos amou, e se
entregou a si mesmo por nós, em oferta e sacrifício a
Deus, em cheiro suave. (…)
Vós, maridos, amai vossas mulheres, como também
Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela,
(…)
Assim também vós, cada um em particular, ame a sua
própria mulher como a si mesmo, e a mulher
reverencie o marido.”

Doutrina e Convênios, 42:22–23

“Amarás tua esposa de todo o teu coração e a ela te
apegarás e a nenhuma outra.
E aquele que olhar uma mulher para a cobiçar negará a
fé e não terá o Espírito; e se não se arrepender, será
expulso.”

O Que É o Verdadeiro Amor?

Presidente David O. McKay

“Você bem poderia perguntar: ‘Mas como posso saber
que estou amando?’
(…) George Q. Morris [que mais tarde se tornou
membro do Quórum dos Doze Apóstolos deu esta
resposta]: ‘Minha mãe disse certa vez que se você
encontrar uma garota em cuja presença sinta o desejo
de realizar mais, que o inspire a dar o melhor de si e
fazer o máximo que pode, essa jovem é digna de seu
amor e está despertando o amor em seu coração’.
Considero ser (…) esse um guia verdadeiro. Na
presença da moça que você realmente ama, você não
sente vontade de humilhar-se; em sua presença você
não procura tirar vantagem dela; em sua presença
você sente que gostaria de ser tudo que um homem
excelente poderia ser, pois ela irá inspirá-lo a alcançar
esse ideal. E eu peço a vocês, moças, que também
valorizem esse mesmo guia.” (“As Youth Contemplates
an Eternal Partnership”, Improvement Era, março de
1938, p. 139.)

Presidente Ezra Taft Benson

“Se verdadeiramente procuramos ser mais semelhantes
a nosso Salvador e Mestre, nosso supremo objetivo
deveria ser aprender a amar como Ele ama.” (Teachings
of Ezra Taft Benson, p. 275.)

Élder John A. Widtsoe

“O amor é o alicerce do casamento, mas o amor por si
próprio é um produto da lei e opera de acordo com a
lei. O amor verdadeiro cumpre as leis, pois as mais
elevadas satisfações resultam de uma vida de
cumprimento da lei. (…)
(…) O casamento que dura somente esta vida terrena é
muito triste, porque o amor que é desenvolvido entre
um homem e uma mulher, enquanto vivem juntos e
criam sua família, não deveria morrer, mas, sim, viver
e crescer por todos os anos da eternidade. O verdadeiro
amor espera e ora por uma continuação eterna do
convívio com o ente querido. Para aqueles que são
selados entre si por toda a sua existência, o amor é
mais caloroso, mais esperançoso, mais cheio de fé,
coragem e destemor. Essas pessoas têm uma vida mais
rica e cheia de alegria. Para eles, a felicidade e seu
desenvolvimento não têm fim. (…)
Acima da atração física, o amor é gerado por qualidades,
geralmente sutis, da mente e do espírito. Um belo rosto
pode esconder uma mente vazia; uma voz agradável
pode proferir palavras rudes; o corpo bem formado
pode ser mal-educado; a mulher de beleza radiante e o
homem de porte magnífico podem ser intoleravelmente
entediantes quando os conhecemos melhor; ou, a
pessoa que parece atraente pode não ter nenhum
defeito, pode superar-nos em conhecimento e cortesia,
mas não ser do nosso tipo, ou ter interesses diversos dos
nossos. Sejam quais forem as circunstâncias, o amor
definha nesse primeiro estágio. ‘Apaixonar-se’ sempre é
algo que vem de dentro, e não de fora. Ou seja, a
atração física precisa ser reforçada pela harmonia
mental e espiritual para que haja o verdadeiro amor e
este seja duradouro—do ponto de vista dos santos dos
últimos dias, para que dure por toda a eternidade.”
(Evidences and Reconciliations, pp. 297, 299, 302.)

Élder Spencer W. Kimball

“O que é o amor? Muitas pessoas pensam nisso como a
mera atração física quando falam em ‘apaixonar-se’ ou
‘amor à primeira vista’. Isso pode ser a versão de
Hollywood e a interpretação daqueles que escrevem
canções de amor e romances de amor. O verdadeiro
amor não vem embrulhado num papel tão frágil e
inconsistente. Uma pessoa pode sentir-se imediatamente
atraída por outra, mas o amor é muito mais do que a
atração física. Ele é profundo, amplo e abrangente.
A atração física é apenas um de seus muitos elementos,
mas é preciso haver fé, confiança, compreensão e
companheirismo. É preciso haver ideais e padrões
comuns. É preciso haver grande devoção e
companheirismo. O amor é pureza, progresso, sacrifício
e altruísmo. Esse tipo de amor nunca se cansa nem
desaparece, mas sobrevive à doença e a tristeza, à
pobreza e à privação, ao sucesso e ao fracasso, pelo
tempo e por toda a eternidade.” (Love versus Lust, p. 18.)
“Quando amamos realmente uma pessoa, preferimos
morrer a prejudicá-la.” (Teachings of Spencer W. Kimball,
p. 279.)

Élder Gordon B. Hinckley

“Posso rapidamente sugerir quatro pedras angulares
sobre as quais edificar essa casa? Existem outras, mas
gostaria de salientar estas. (…)
A primeira delas chamo de Respeito Mútuo, o tipo de
respeito que considera o cônjuge o amigo mais
precioso na face da Terra, e não uma propriedade ou
um escravo para ser forçado ou compelido a adequar-se
aos caprichos egoístas do outro.
Pearl Buck escreveu: ‘O amor não pode ser forçado. (…)
Ele vem do céu, sem que o peçamos nem busquemos’.
(The Treasure Chest, p. 165.)
Esse respeito advém do reconhecimento de que todos
somos filhos de Deus, investidos com parte de Sua
natureza divina, que cada um de nós é um indivíduo
que tem direito a expressar e cultivar seus talentos
pessoais e merece tolerância, paciência, compreensão,
cortesia, consideração atenciosa. O verdadeiro amor
não é uma questão de romance, mas sim de
preocupação cuidadosa com o bem estar do cônjuge.”
(Conference Report, abril de 1971, pp. 81–82; ou
Ensign, junho de 1971, p. 71.)

Élder Marvin J. Ashton

“O mundo está repleto de pessoas como muitos de
nós, propensos a demonstrar nosso amor com uma
palavra ou declaração.
O verdadeiro amor é um processo. Requer ação pessoal.
O amor deve ser contínuo para ser verdadeiro. O amor
requer tempo. Muitas vezes, as pessoas confundem a
conveniência, a paixão, estímulo, persuasão ou cobiça
com o amor. Quão superficial e vazio seria nosso amor,
se não fosse mais profundo do que o despertar de um
sentimento momentâneo ou a expressão em palavras
tão passageiras quanto o tempo que levamos para dizêlas.
(…)
Devemos, em intervalos regulares e adequados,
reafirmar às pessoas o nosso amor, e depois dedicar o
tempo necessário para provar esse amor por meio de
nossas ações. O verdadeiro amor exige tempo. O
Grande Pastor pensava o mesmo ao ensinar: ‘Se me
amais, guardai os meus mandamentos’ (João 14:15;
grifo do autor) e ‘Se me amas, apascenta as minhas
ovelhas’ (João 21:16; grifo do autor). O amor exige
ação para ser contínuo. O amor é um processo. O amor
não é uma declaração. Não é um anúncio nem um
desejo temporário. O amor não é uma utilidade nem
uma conveniência. ‘Se me amais, guardai os meus
mandamentos’ e ‘se me amas, apascenta as minhas
ovelhas’ são proclamações feitas por Deus que devem
lembrar-nos de que muitas vezes podemos demonstrar
melhor o nosso amor por meio de processos como
nutrir e apascentar. (…)
O amor a Deus requer tempo. O amor à família requer
tempo. O amor ao país requer tempo, o amor ao
próximo requer tempo. O amor ao cônjuge requer tempo. O amor no namoro requer tempo. O amor a si
mesmo requer tempo.” (Conference Report, outubro de
1975, pp. 160, 163; ou Ensign, novembro de 1975, pp.
108, 110.)

Élder Neal A. Maxwell

“O amor perfeito é perfeitamente paciente.” (All These
Things Shall Give Thee Experience, p. 69.)
“Ao contrário de nosso amor, o amor de Jesus consiste
em contenção ativa bem como encorajamento
insistente. Seu perfeito amor por todos nós poupa-Lhe
a necessidade de aceitar-nos como somos, pois Ele sabe
perfeitamente em quem podemos nos tornar.” (Even As I Am, p. 18.)

Élder Richard G. Scott

“O amor, conforme definido pelo Senhor, eleva,
protege, respeita e enriquece os outros. Ele motiva uma
pessoa a fazer sacrifícios por outra.” (A Liahona, julho
de 1991, p. 36.)

Élder Joe J. Christensen

“Sejam rápidos em dizer ‘por favor, desculpe-me’, ainda
que não tenha toda a culpa. Aqueles que estão dispostos
a admitir prontamente os próprios erros e as ofensas
conseguem desenvolver o verdadeiro amor.”
(A Liahona, julho de 1995, p. 70.)

Quais São Alguns dos Falsos Substitutos

do Verdadeiro Amor?

Élder Spencer W. Kimball

“Na hora do pecado, o puro amor é expulso por uma
porta enquanto a concupiscência entra pela outra. O
afeto é então substituído pelo desejo da carne e a
paixão desenfreada. Aceita-se a doutrina que o diabo
está tão ansioso por estabelecer, de que as relações
sexuais ilícitas são justificadas.” (Teachings of Spencer
W. Kimball, p. 279.)
“Se alguém acha que as carícias íntimas e outros
desvios sexuais são uma demonstração de amor, faça a
si mesmo estas perguntas: ‘Se este corpo bonito do qual
tenho feito mau uso de repente ficasse deformado, ou
paralisado, será que minhas reações seriam as mesmas?
Se aquele rosto bonito ficasse marcado pelas chamas,
ou se aquele corpo que usei subitamente se tornasse
enrijecido, ou se aquela mente aguçada que apreciei de
repente se tornasse vazia, será que eu ainda seria um
amante tão ardoroso? Se a senilidade ou qualquer de
seus comemorativos subitamente caísse sobre meu ser
amado, quais seriam as minhas atitudes?’ A resposta
dessas perguntas podem comprovar se ela realmente
ama a outra pessoa ou trata-se apenas de atração física
encorajada por contatos físicos impróprios. O rapaz
que protege sua amada contra todos os usos e abusos,
contra os insultos e a infâmia provenientes de si
mesmo e de outros, pode estar expressando o
verdadeiro amor.
Mas o rapaz que usa sua companheira como um
brinquedo biológico que lhe proporcione satisfação
passageira: Isso é luxúria, e está no extremo oposto
do amor. Uma moça deve agir de modo a tornar-se
espiritual, mental e fisicamente atraente, mas não deve
incitar ou estimular reações físicas no companheiro a
seu lado por palavras, roupas ou ações. Isso pode ser o
verdadeiro amor. A moça que precisa tocar, incitar,
acariciar, tentar e usar não sabe o que é o amor. Isso é
luxúria e exploração.” (Love versus Lust, pp. 18–19.)

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