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A Liahona – JANEIRO 2009

Presidente Henry B. Eyring - 1º Conselheiro na 1º Presidência.

Presidente Henry B. Eyring - 1º Conselheiro na Presidência Geral

Ergamos Nossa Voz de Advertência

Por ser bondoso, o Senhor chama servos para advertir as pessoas de perigos.
Esse chamado é ainda mais importante e mais difícil porque as advertências mais valiosas são as que se referem a perigos que as pessoas não consideram reais. Pensem em Jonas. A princípio, ele fugiu do
chamado do Senhor de advertir o povo de
Nínive, que estava cego ao perigo por causa
do pecado. Ele sabia que aquele povo iníquo
havia rejeitado os profetas no passado, chegando
muitas vezes a matá-los. Mas quando
Jonas agiu com fé, o Senhor o abençoou com
segurança e sucesso.

Eis o encargo dado a cada um dos membros de A
Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias:
“Eis que vos enviei para testificar e advertir o povo, e todo aquele que for
advertido deverá advertir seu próximo”
(D&C 88:81).

O dever de advertir o próximo foi dado
a todos os que aceitaram o convênio do
batismo. Temos que falar do evangelho a
nossos amigos e parentes não-membros.
Nosso propósito é convidá-los a ser ensinados
pelos missionários de tempo integral,
que foram chamados e designados para
ensinar.

Estas palavras do Senhor são verdadeiras para os
missionários e para todos nós: “E agora, se
vossa alegria é grande com uma só alma que tiverdes trazido a mim no reino de meu Pai, quão grande será vossa alegria se me trouxerdes
muitas almas!” (D&C 18:16).
Os missionários vão ajudar-nos e incentivar-
nos, mas a freqüência com que acontecerão
esses momentos na pia batismal e no templo dependerá muito de como encaramos nosso encargo e o que decidiremos fazer a
respeito dele. O Senhor não usaria a palavra
advertir se não houvesse perigo. Mas poucas pessoas se dão conta dele. Elas aprendera a ignorar as crescentes evidências de que a
sociedade está desmoronando e que sua vida
e sua família carecem da paz que costumavam considerar possível.

Para exemplificar, em algum momento no
mundo vindouro, todos aqueles que você
conheceu nesta vida saberão o que você sabe agora.
Eles saberão que a única maneira de viver para sempre em família e na presença de nosso Pai Celestial e Seu Filho,
Jesus Cristo, é decidir entrar pela porta do batismo realizado por alguém que tenha autoridade de Deus.
Saberão que a única maneira de a família se tornar eterna é aceitar
e guardar os convênios sagrados realizados nos templos de Deus nesta Terra. Eles saberão que você sabia disso. E vão-se lembrar se
você ofereceu a eles aquilo que alguém certa vez ofereceu a você.

É muito fácil dizer:
“Não é o momento certo”. Mas há perigo na procrastinação.
Há muitos anos, trabalhei para um homem na Califórnia.
Ele me contratou, foi bondoso comigo e parecia realmente ter grande
consideração por mim. Eu era provavelmente o único santo dos últimos dias que ele conheceu bem.  Não sei por que motivo decidi esperar
que surgisse um momento melhor para falar do evangelho a ele.
Depois que ele se aposentou foi morar em outro lugar.
Lembro apenas o sentimento de pesar que tive
quando fiquei sabendo que ele e a esposa haviam morrido em um acidente de carro quando voltavam para casa, à noite, em Carmel, Califórnia.
Ele amava a esposa. Amava os filhos. Amava os pais. Amava os netos e amaria os filhos deles e gostaria de estar com eles para sempre.
Agora, não sei como tudo isso vai ser resolvido no
mundo futuro, mas acho que quando nos encontrarmos
ele vai olhar bem dentro dos meus olhos, e eu verei em
seu olhar a pergunta:
“Hal, você sabia. Por que não me disse?”
Quando eu penso nele, na viúva que eu batizei e na
família dela que agora está selada a ela, sinto o desejo de
me esforçar mais. Quero aumentar minha capacidade de
convidar as pessoas para serem ensinadas. Tendo esse
desejo e exercendo fé que o Senhor vai-nos ajudar, vamos ter mais sucesso.

A maioria de nós é muito modesta, de modo que
achamos que nossa pequena chama de exemplo é fraca
demais para ser percebida. Mas você e sua família são
muito mais observados do que imaginam. Há algum
tempo, tive a oportunidade de participar e discursar em
uma série de reuniões com quase 300 ministros e líderes
de outras igrejas. Falei individualmente com todos aqueles
com quem consegui conversar. Perguntei por que haviam
prestado tanta atenção na minha mensagem, na qual narrei
a história da origem da Igreja e falei da Primeira Visão
do jovem Joseph Smith e dos profetas vivos. Todos me
deram basicamente a mesma resposta. Referiram-se a uma
pessoa ou família, membros da Igreja que eles conheciam.
Ouvi muitos dizerem:
“Foi a melhor família que já conheci”.
Freqüentemente, ouvi comentários sobre algum
trabalho comunitário ou socorro a catástrofe em que os
membros da Igreja trabalharam de modo extraordinário.
As pessoas que conheci naquelas reuniões ainda não
conseguiam reconhecer a veracidade da doutrina, mas
tinham visto seus frutos na vida dos membros, por isso estavam dispostas a escutar.  Estavam prontas a ouvir as
verdades da Restauração que afirmam que as famílias
podem ser seladas para sempre e o evangelho pode mudar nossa própria natureza. Estavam prontas, graças ao exemplo que vocês deram.

Talvez alguns achem difícil acreditar que
possamos amar o bastante ou que nossa vida
seja boa o suficiente ou que tenhamos capacidade
de testificar de modo que o conviteque fizermos seja aceito.
Mas o Senhor sabia que iríamos nos sentir assim. Ouçam Suas
palavras de encorajamento, que Ele ordenou que fossem colocadas no início de Doutrina e Convênios, quando nos deu este encargo:
“E a voz de advertência irá a todos os povos
pela boca de meus discípulos, que escolhi
nestes últimos dias” (D&C 1:4).
E ouçam Sua descrição das qualificações desses discípulos, ou seja, nós:
“As coisas fracas do mundo virão e abaterão as poderosas
e fortes” (D&C 1:19).
E depois: “Para que a plenitude do meu
evangelho seja proclamada pelos fracos e
pelos simples aos confins da Terra” (D&C 1:23). E novamente:
“E se [forem] humildes, [sejam]
fortalecidos e abençoados do alto” (D&C 1:28).
Essa certeza foi dada aos primeiros missionários da Igreja e aos missionários de hoje. Mas foi dada a todos nós também. Precisamos acreditar com fé que podemos amar o suficiente e que o evangelho já influenciou o suficiente a nossa vida para que nosso convite
seja ouvido como se viesse do próprio Mestre, que foi quem fez o convite.

Testifico que somente aceitando e vivendo
o evangelho restaurado de Jesus Cristo
teremos a paz que o Senhor prometeu nesta
vida e a esperança de vida eterna no mundo futuro.
Testifico que recebemos o privilégio e
a obrigação de apresentar aos filhos de nosso
Pai Celestial, que são nossos irmãos e irmãs, a verdade e as escolhas que conduzem a essas bênçãos.
Jesus é o Cristo, Ele vive, esta é a Sua obra. ◼

Elder Michael John U. Teh - Dos Setenta

Elder Michael John U. Teh - Dos Setenta

Confiança na Presença de Deus

O relato de como o Profeta Joseph Smith procurou saber a qual igreja deveria filiar-se em meio a “controvérsias [de] grupos de religiosos ( Joseph
Smith—História 1:11) dá inspiração e esperança
a todos os que buscam sinceramente a verdade.
Que alívio deve ter sido para Joseph, um humilde rapaz de 14 anos com uma dúvida simples e um desejo sincero, ao ler a seguinte passagem da Bíblia:
“E, se algum de vós tem falta de sabedoria, peça-a
a Deus, que a todos dá liberalmente, e o não lança em rosto, e ser-lhe-á dada” (Tiago 1:5).

Essa escritura proporciona uma boa compreensão do tipo de relacionamento que cada um de nós deve ter com o Pai Celestial.
De fato, esse versículo expressa a terna misericórdia e atitude de nosso Pai amoroso em relação a um filho que O procurou com uma dúvida.
O Pai, geralmente, não responde as orações com visões, como Ele fez no Bosque Sagrado, mas dá respostas que proporcionam paz e consolo.
Foi isso que Ele nos prometeu: responder liberalmente sem repreender.

Quando jovem, tive várias oportunidades
de colocar essa promessa à prova.
Testifico que a promessa é verdadeira.

Essa fé está de acordo com as condições
pelas quais as orações são respondidas, conforme explica esta passagem das escrituras:
“Peça-a, porém, com fé, em nada duvidando” (Tiago 1:6).
À medida que fui crescendo, descobri que
essa fé inabalável se torna cada vez mais difícil de ser exercida.
O mundo planta sementes de dúvida e preconceito em nosso coração e mente. Por esse motivo, o conselho do Salvador
de tornar-nos “como meninos” (Mateus
18:3) passou a ser uma busca constante
durante toda a minha vida.
Descobri que uma fé “como um grão de mostarda” (Mateus
17:20) era algo que estava a meu alcance em
certas ocasiões, porém muito distante em
outras.

Como podemos exercer constantemente
esse tipo de fé? O seguinte conselho ajuda-nos a compreender essa busca digna:
“Aquilo que é de Deus é luz; e aquele que recebe luz e
persevera em Deus recebe mais luz; e essa
luz se torna mais e mais brilhante, até o dia perfeito” (D&C 50:24).
Esse foi o processo adotado pelo Profeta
Joseph Smith. Como outros que o precederam,
ele provou ser digno exercendo constantemente
a fé e utilizando em retidão o arbítrio, ao longo de sua vida. Perseverou em
Deus, recebeu mais luz, e essa luz se tornou mais e mais brilhante até o dia perfeito. Um incidente da vida do Profeta teve uma
vigorosa influência em minha vida, quando jovem:
“Tarde da noite, Joseph estava deitado,
dormindo profundamente por estar muito cansado. (…)
Pouco depois, uma multidão enfurecida arrombou a porta e (…) o agarrou,
arrastando-o para fora da casa, quando Emma gritou. (…)
(…) um grupo se reuniu (…) em conselho.
(…) Quando o conselho chegou ao fim, os líderes da multidão declararam que não iriam matá-lo, mas despi-lo e açoitá-lo com
um chicote. (…) Lançaram-lhe uma colher de
piche mal cheiroso no rosto e tentaram fazer com que ele o engolisse. (…)
Quando o deixaram, Joseph tentou se
erguer, mas caiu novamente, por causa da dor e exaustão. Conseguiu, porém, arrancar o piche do rosto para poder respirar livremente. (…)
Pegando algo para cobrir o corpo, o Profeta
entrou em casa e passou a noite limpando o corpo e cuidando das feridas. (…)
Na manhã seguinte, como era domingo,
as pessoas se reuniram na hora costumeira
de adoração. Entre eles, estavam alguns que
fizeram parte da multidão. (…)
Com feridas e cicatrizes no corpo, Joseph foi à reunião e colocou-se diante da congregação, encarando seus atacantes da noite anterior com calma e coragem. Pregou um sermão vigoroso, e naquele mesmo dia batizou
três fiéis na Igreja”.

Nem consigo imaginar a dor e o sofrimento
que o Profeta Joseph teve que suportar. Ele tinha todos os motivos para
não pregar na manhã seguinte, mas nem aquela nem muitas outras experiências pessoais semelhantes ou piores fizeram com
que ele fugisse de suas responsabilidades. Como podemos, então, sentir-nos justificados em negligenciarmos nosso dever
por causa de um pequeno desconforto ou inconveniência?
A medida que aumentarmos nossa fé e
dedicação, vamos achegar-nos cada vez mais ao Pai Celestial.
“Então clamarás, e o Senhor te responderá;
gritarás, e ele dirá: Eis-me aqui” (Isaías 58:9).
“Então tua confiança se fortalecerá na presença
de Deus; e a doutrina do sacerdócio destilar-se-á sobre tua alma como o orvalho do céu.
(…) E, sem ser [compelida], fluirá para ti eternamente” (D&C 121:45–46).
É um privilégio para mim testificar que
Joseph Smith é um profeta de Deus. Por ele ter buscado sabedoria no Bosque Sagrado e exercido diligência depois disso é que
desfrutamos a plenitude do evangelho de Jesus Cristo. O seguinte tributo escrito pelo Presidente John Taylor (1808–1887), quando
era membro do Quórum dos Doze Apóstolos,
eloqüentemente descreve o que o Profeta Joseph Smith fez por todos nós: “Joseph Smith, o Profeta e Vidente do Senhor, com
exceção apenas de Jesus, fez mais pela salvação dos homens neste mundo do que qualquer outro homem que jamais viveu
nele. (…) Viveu grandiosamente e morreu
grandiosamente aos olhos de Deus e de seu
povo; e como a maior parte dos ungidos
do Senhor na antigüidade, selou sua missão
e suas obras com o próprio sangue” (D&C 135:3).
Usemos constantemente nosso arbítrio
com sabedoria, como fez o Profeta Joseph Smith, exercendo fé inabalável, a despeito de nossas circunstâncias para que nossa confiança
“se [fortaleça] na presença de Deus”. ◼

Elder Clayton M. Christensen - Setenta de Área Área América do Norte Nordeste

Elder Clayton M. Christensen - Setenta de Área Área América do Norte Nordeste

O Conhecimento Mais Útil

Aqueles que conhecem a Universidade
Oxford devem saber que ela é a mais
antiga universidade do mundo. O
prédio em que morei quando era estudante
foi construído em 1410. É muito
bonito de se ver, mas desconfortável para
morar. Quando cheguei a Oxford, dei-me
conta de que seria difícil ser um membro
ativo da Igreja. O Rhodes Scholarship
Trust, que pagava meu estudos, tinha
muitas atividades para aqueles que
recebiam uma bolsa de estudos.
Ao pensar em até que ponto gostaria de participar na Igreja, deime
conta de que não sabia se o Livro de Mórmon era verdadeiro.
Eu já o lera várias vezes, mas geralmente para cumprir um encargo
que me fora dado por meus pais ou meu professor da Universidade
Brigham Young. Mas naquela ocasião, eu precisava desesperadamente
saber se o Livro de Mórmon era verdadeiro. Por isso, decidi
que dedicaria todas as noites o período das 23h à meia-noite para
ler o Livro de Mórmon e descobrir se ele era verdadeiro.
Fiquei me perguntando se não seria ousadia despender tanto
tempo, porque eu tinha um programa acadêmico muito intenso, em
meu curso de economia aplicada. Eu queria tentar terminar o programa
em dois anos, ao passo que a maioria das pessoas o concluía
em três. Não sabia se poderia me dar ao luxo de despender uma
hora por dia nesse empenho.
Mas, mesmo assim, foi o que eu fiz. Comecei às 23h, ajoelhandome
em oração ao lado de um pequeno aquecedor na parede de
pedra, e orei em voz alta. Disse a Deus que estava desesperado
para descobrir se o Livro de Mórmon era verdadeiro. Disse que
se Ele revelasse para mim que o livro era verdadeiro, então eu dedicaria toda minha vida à edificação de Seu reino. Disse-Lhe que
se ele não fosse verdadeiro, eu também precisava saber disso com
certeza, para poder dedicar minha vida a descobrir onde estava a
verdade.
Li a primeira página do Livro de Mórmon. Quando cheguei ao
final da página, parei. Pensei no que tinha lido naquela página e me
perguntei: “Será que isso poderia ter sido escrito por um charlatão
que estava tentando enganar as pessoas, ou foi realmente escrito
por um profeta de Deus? E o que isso significa para mim em minha
vida?” Depois, coloquei o livro de lado, ajoelhei-me em oração e
pedi novamente a Deus: “Por favor, diga-me se este livro é verdadeiro”.
Então, sentei-me na cadeira, peguei o livro, virei a página, li,
parei no fim da página, e fiz a mesma coisa. Fiz isso por uma hora,
todas as noites, noite após noite, naquele quarto frio e úmido de
Oxford.
Certa noite, quando cheguei aos capítulos finais de 2 Néfi, fiz a
minha oração, sentei na minha cadeira e abri o livro. De repente, o
quarto encheu-se de um Espírito belo, cálido e amoroso que me
envolveu e penetrou em minha alma, enchendo-me com um sentimento
de amor que eu nem sequer imaginava que poderia sentir.
Comecei a chorar. Ao olhar, em meio às lágrimas, para as palavras
escritas no Livro de Mórmon, pude ver a verdade nelas como
nunca imaginara ser capaz de compreender. Pude ver as glórias da
eternidade e pude ver o que Deus tinha reservado para mim, como um de Seus filhos. Esse Espírito permaneceu
comigo durante toda aquela hora e em
todas as outras noites em que orei e li o Livro
de Mórmon em meu quarto. Esse mesmo
Espírito sempre retornava, e isso mudou meu
coração e minha vida para sempre.
Relembro o conflito que senti, questionando
se poderia me dar ao luxo de passar
uma hora por dia longe do estudo de
economia aplicada para descobrir se o Livro
de Mórmon era verdadeiro. Eu uso economia
aplicada talvez uma vez por ano, mas meu
conhecimento de que o Livro de Mórmon é a
palavra de Deus, eu uso muitas vezes a cada
dia de minha vida. De toda instrução que
consegui adquirir, esse foi o conhecimento
mais útil que eu já obtive.
Para aqueles que ainda estejam vivendo
pelo testemunho de outros, convido-os a
reservar uma hora todos os dias para descobrir
por vocês mesmos se o Livro de Mórmon
é verdadeiro, porque isso vai mudar seu
coração, como mudou o meu. Então, um dia
vocês poderão voltar ao lugar em que moravam
quando Deus revelou isso para vocês
e mostrá-lo para seus filhos e seu cônjuge,
dizendo: “Este é um lugar sagrado porque
foi aqui que fiquei sabendo que Jesus é o
Cristo”.
Ao procurar magnificar meu chamado e
conhecer Jesus Cristo, posso testificar que sei
com certeza que Ele é o Filho de Deus e que
Ele vive. Sei com certeza que Ele conhece e
ama cada um de nós. ◼
Extraído de um discurso devocional proferido na
Universidade Brigham Young, em 8 de junho de
2004. Para o texto completo do discurso em inglês,
entre em http://www.byui.edu/Presentations/transcripts/
devotionals/2004_06_08_christensen.htm.

M e n s a g e m    d a s    P r o f e s s o r a s    V i s i t a n t e s

Permanecer Firmes e Inamovíveis na Fé

Mosias 5:15:
“[Sede] firmes e inamovíveis, sobejando sempre em boas
obras, para que Cristo, o Senhor Deus Onipotente, possa selar-vos como
seus, a fim de que sejais levados ao céu e tenhais salvação sem fim e vida eterna”.

Como Posso Permanecer Firme e Inamovível na Fé?
3 Néfi 6:14: “A igreja se dissolveu em toda a terra, salvo entre alguns
lamanitas que se haviam convertido à verdadeira fé; e não se afastaram
dela, pois eram firmes e constantes e inabaláveis, desejando guardar com
todo o empenho os mandamentos do Senhor”.

Julie B. Beck, presidente geral da
Sociedade de Socorro:
“As mulheres da Igreja precisam ser firmes e inamovíveis em sua fé.
Elas podem e devem destacar-se em viver e prestar seu testemunho
do Senhor Jesus Cristo e de Seu evangelho restaurado. Fazemos
isso à medida que:

1. Fazemos convênios com Ele e os
guardamos;
2. Mantemo-nos dignas de adorar
em Seus templos;
3. Estudamos Sua doutrina nas
escrituras e nas palavras dos profetas;
4. Qualificamo-nos para ter a
companhia do Espírito Santo, para
reconhecer Sua influência e segui-Lo;
5. Compartilhamos e defendemos
Seu evangelho;
6. Participamos de orações pessoais
e familiares sinceras;
7. Realizamos a noite familiar;
8. Vivemos os princípios da autosuficiência
e do viver previdente.

Essas são coisas essenciais que precisam ser feitas antes das coisas
não essenciais. São práticas simples e indispensáveis que quase parecem
ser temporais quando conversamos a seu respeito.
(…) Ninguém pode fazer essas coisas por nós — elas são práticas e hábitos pessoais, que nos diferenciam como sendo firmes
e inamovíveis naquilo que é correto”
(“O Que as Mulheres da Igreja Fazem de Melhor: Permanecem
Firmes e Inamovíveis”, A Liahona e Ensign,
novembro de 2007, pp. 109–110).

Cheryl C. Lant, presidente geral da
Primária:
“Nossa conversão pessoal virá quando começarmos a viver
da forma que o Senhor espera que vivamos, firmes e inamovíveis em
guardar todos os mandamentos, não apenas aqueles que são convenientes.
Isso então se torna um processo de refinamento ao tentarmos tornar
cada dia um pouco melhor que o anterior. Assim, nossas tradições se
tornam boas tradições” (“Boas Tradições”, A Liahona
e Ensign, maio de 2008, p. 14).

Por Que Devemos Ser Firmes e
Inabaláveis na Fé?
Élder M. Russell Ballard, do Quórum
dos Doze Apóstolos:
“Sua fé e
seu conhecimento da restauração do evangelho vão lhe dar forças para
ser fiel e leal aos convênios que fez com o Senhor e para compartilhar
suas forças e talentos com alegria para edificar o reino de Deus aqui
na Terra! Seu testemunho de Jesus Cristo é a âncora mais importante que você pode ter para ajudá-lo a permanecer firme e inabalável nos
princípios de retidão, a despeito de todos os desafios e tentações que
possam surgir no futuro” (“Steadfast in Christ”, Ensign,
dezembro de 1993, p. 52).

Élder Richard G. Scott, do Quórum
dos Doze Apóstolos:
“Você nem sequer pode imaginar agora o que
essa sua decisão de ser inabalavelmente obediente ao Senhor vai permitir
que realize na vida.
Sua serena e imutável determinação de viver em retidão vai dotá-lo de inspiração e poder que vão além de sua capacidade de compreensão” (“Making the Right Decisions”, Ensign, maio de 1991, p. 34). ◼

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Ensinamentos dos Presidentes da Igreja – Joseph Smith

Joseph Smith - O Profeta da Restauração

Joseph Smith - O Profeta da Restauração

“Joseph Smith, o Profeta e Vidente do Senhor, com exceção apenas
de Jesus, fez mais pela salvação dos homens neste mundo do
que qualquer outro homem que jamais viveu nele” (D&C 135:3).
Essa assombrosa declaração descreve um homem que foi chamado
por Deus aos quatorze anos de idade e que viveu somente
até os 38.” pág;1.

“Por meio dele, a verdadeira
Igreja do Senhor foi novamente organizada na Terra.
Hoje, o trabalho que foi iniciado com Joseph Smith prossegue
em todo o mundo. A respeito do Profeta Joseph Smith, o
Presidente Wilford Woodruff testificou: “Ele foi um profeta de
Deus e firmou o alicerce da maior obra e dispensação que já
foram estabelecidas na Terra.” pág;1.

“O caráter extraordinário do Profeta manifestou-se cedo na
vida. A família Smith estava morando em West Lebanon, New
Hampshire, quando uma epidemia mortal de febre tifóide atingiu
muitas pessoas da comunidade, inclusive todos os filhos da família
Smith. Embora os outros filhos tenham-se recuperado sem
complicações, Joseph, que estava com sete anos na época, desenvolveu
uma grave infecção na perna esquerda. O Dr. Nathan
Smith, da Faculdade de Medicina de Dartmouth, próximo a
Hanover, New Hampshire, concordou em realizar um novo procedimento
cirúrgico para tentar salvar a perna do menino.
Quando o Dr. Smith e seus colegas se prepararam para operar,
Joseph pediu à mãe que saísse do quarto para que não testemunhasse
o sofrimento dele. Recusando-se a tomar bebidas alcoólicas
para aliviar a dor e recorrendo apenas ao abraço consolador
do pai, Joseph corajosamente suportou as dores quando o cirurgião
fez a incisão na perna e raspou parte do osso. A cirurgia foi
um sucesso, embora Joseph tivesse que caminhar por vários anos
com a ajuda de muletas e tenha ficado discretamente manco pelo
resto da vida.” pág;3.

“Em 1816, depois de repetidos fracassos nas colheitas, Joseph
Smith Sr. mudou-se com a família de Norwich, Vermont, para
Palmyra, Nova York, esperando encontrar condições mais prósperas.
Anos mais tarde, o Profeta recordou: “Estando em situação
quase indigente, fomos obrigados a trabalhar arduamente para
sustentar uma família grande (…) e isso exigiu o esforço de todos
que eram capazes de proporcionar qualquer auxílio para o sustento da família, por isso fomos privados do benefício de uma
instrução formal. Basta dizer que somente aprendi a ler e a escrever
e foram-me ensinados os fundamentos básicos da aritmética”. pág; 5.

“Após séculos de trevas espirituais, a palavra do Senhor e a realidade de Deus, o Pai e Seu Filho Jesus Cristo foram reveladas ao mundo por meio
daquele vaso jovem e puro.” pág; 6.

“O jovem Profeta, então
com 17 anos, pensava no que o futuro lhe reservava. Na noite de
21 de setembro de 1823, orou sinceramente pedindo orientação
e perdão por suas “fraquezas e imperfeições” de jovem. Em resposta
a sua oração, seu quarto do sótão encheu-se de luz e um
mensageiro celeste chamado Morôni apareceu. Joseph lembrou,
mais tarde, que “[ele] declarou ser um anjo de Deus, enviado
para trazer as alegres novas de que o convênio que Deus fez com
a antiga Israel estava prestes a ser cumprido, que o trabalho preparatório
para a segunda vinda do Messias rapidamente iria
começar; que estava chegando a hora de o Evangelho em toda a
sua plenitude ser pregado com poder a todas as nações para que
um povo fosse preparado para o reino milenar. Fui informado de
que tinha sido escolhido para ser um instrumento nas mãos de
Deus para levar a efeito alguns de Seus propósitos nesta gloriosa
dispensação” pág;  7.

“Nos quatro anos seguintes, Joseph deveria encontrar-se com
Morôni na colina, no dia 22 de setembro, para receber mais
conhecimento e instruções. Precisaria daqueles anos de preparação
e refinamento pessoal para traduzir o antigo registro. Tinha
que estar preparado para a tarefa de levar adiante uma obra cujo
propósito era convencer “os judeus e os gentios de que Jesus é o
Cristo, o Deus Eterno, que se manifesta a todas as nações”
(Página de Rosto do Livro de Mórmon).” pág; 7.

“Embora seu casamento viesse a ser testado pelo
falecimento de filhos, dificuldades financeiras e as freqüentes
ausências de casa de Joseph no cumprimento de seus deveres,
Joseph e Emma amavam-se profundamente.” pág; 8

“Em uma revelação do Senhor, Joseph aprendeu que precisava sempre
temer a Deus mais do que aos homens (ver D&C 3). A partir
dessa época, embora tivesse apenas 22 anos de idade, sua vida foi
um exemplo devido à completa dedicação ao cumprimento de
todo mandamento do Senhor.” pág;9

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