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Organização das Moças

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Hoje sou uma menina
Mas o tempo passa tão rápido…

Logo, irei crescer
Como será a vida q vou ter?

É somente vivendo para saber?
Não sei… o q sei é q se boas escolhas eu fizer
Nada de mal irá me acontecer

Posso escolher seguir o Salvador
Trilhar os seus caminhos
E sentir seu amor

Mas, isso só irá acontecer
Se desde já meus valores estabelecer

Primeiro preciso ter fé em Jesus Cristo
E deixar Sua luz em mim brilhar

Com isto, Minha Natureza Divina conhecerei
Ao buscar o Senhor e sua Lei

Meus amigos verão Valor em mim
Quando para uma coisa errada eu disser não ao invés de sim

Conhecimento vou conseguir
Se nos melhores livros procurar me instruir

E a cada boa Escolha q eu fizer
Mais responsável serei

Tendo amor no coração, boas obra farei
E a meu irmão edificarei

E assim, depois de tudo isto fazer
Terei certeza de q integra posso ser,

E com esta integridade não posso temer
O q a vida vá me oferecer

O Senhor estará comigo e em meu peito morará a paz
Pois a luz de Cristo somente amor aos homens traz.

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IDÉIA DA ALA MARIA ROSA

1. Objetivo da Atividade :
• Apresentar aos pais e amigos o Programa da Organização Moças

2. Quem organizou : Moças e Liderança da OM

3. Local de realização :
• Sala da Sociedade de Socorro (Capela)

4. Quem participou
Liderança da OM ( Ala e Estaca ), Moças, Pais, Rapazes, Meninas da Classe Valorosos da Primaria ( 8 a 11 anos ) e suas mães

5. Materiais e equipamentos necessários :
• Cartazes ( templo e bailarina entre pregos )
• CD para apresentações Musicais
• Decoração : 7 presentes brancos ( potes de sorvete ) com laços nas cores dos Valores
• Quadro com Tema das Moças
• Progresso Pessoal e Guia para Pais e Líderes dos Jovens
• Lembrancinhas e pães de mel
• Calendário de Atividades 2006

6. Verba utilizada : 80 reais ( lembrancinhas e doces )

7. Descrição da atividade :

A atividade tinha por objetivo mostrar que o Programa das Moças é um presente na vida de cada uma de nossas jovens. Por isso a decoração com presentes. Conversamos com as Moças e as idéias foram surgindo. A principal era fazer um Programa de Novos Inícios diferente no sentido de ter outras pessoas assistindo além das moças, seus pais e líderes. Um convite personalizado foi feito às meninas da Primária e suas mães; às ex lideres da OM da Ala, e também aos Rapazes e a um ex missionário recém retornado para falar sobre a visão que um homem tem do Programa das Moças.

AGENDA
Boas Vindas pela Presidente
Hino / Oração
Mensagem : Presentes que recebemos de Nosso Pai Celestial (1 ª conselheira )
Mensagem : Porque o Tema das Moças é um presente para elas. Explicando o tema e as promessas (templo) (Presidente)
Meninas da Primária cantaram : Meu corpo é um templo

Só depois o Tema e lema foi apresentado por uma jovem
As moças e lideres repetiram

Mensagem : Como o Progresso pessoal é um presente para mim ? (2 ª conselheira)

Coral da OM : Compartilhar
Experiências compartilhadas pelas jovens sobre cada 1 dos Valores ( 1 jovem para cada valor )

Visão dos Rapazes sobre a Organização da Moças por ex-missionário

Homenagem das Moças para ex – lideres : Jogral e Hino “ Amigos “

Líder do Bispado e testemunho da Presidente da OM:
Apoio dos pais isto é grande presente na vida das Moças
Entregar Calendário de atividades do ano

Hino : Juventude da Promessa
Oração de encerramento

Entregamos Pães de mel para todos e lembrancinhas para moças e ex- lideres / meninas da Primaria ( uma esponja em forma de mãozinha, cada uma na cor de um valor )
Analogia : Precisamos absorver somente as coisas boas desta vida e utilizar melhor nossas mãos para servir aos outros (é dando que se recebe ). Agindo assim poderemos presentear as pessoas com aquilo que temos de melhor .

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De volta aos anos 70

(Entram mãe e filha no palco)

Mariana: Poxa vida mãe, por que é que não posso ir na balada com meus amigos? Não vai acontecer nada demais… Eu já tenho 15 anos, não sou mais nenhuma criança! Manhê, nós estamos no século 21!

Sonia: Filha, eu sei exatamente o tempo em que estamos vivendo, as suas dificuldades e a vontade que tem de seguir os seus amigos, afinal de contas eu também já fui jovem. Mas, sei que esse tipo de lugar não será bom para você.

Mariana: Mais mãe, você tem que entender que não estamos mais nos anos 70, na época em que a Sra foi jovem. Os tempos mudaram.

Sonia: Realmente os tempos podem ter mudado, mais as dificuldades são muito semelhantes…uhhhh Para que vocêentenda, vou te contar um história…

(Flashback)

Quando eu estava com 16 anos (aparece no palco Sonia 16 anos – apagasse as luzes na mãe e na filha e se focaliza a menina no palco), não tinha muitos amigos na igreja, e tinha 6 amigos inseparáveis na escola. A Ana, era minha melhor amiga, tinha um estilo bem hippie, era meiga e vivia mascando chicletes. A Cláudia, era um pouco mais doidinha, vivia de calça boca de sino surrada, e era a maior da turma. A Paula era super divertida, e vivia falando gírias, usava o famoso “podes crer” em todas as suas frases (Paula diz: Podes Crer). Andréia vivia de sapato plataforma e meinhas dancin´days. Luiza era muito na dela, e tinha o desejo de mudar o mundo. O Alexandre, era o único rapaz da turma, tinha cabelos black power, vivia com seu io-io, e pra tudo dizia: To contigo e não abro. Vivíamos o auge das disco´s, até que um dia…

(Amigos se cumprimentam)

Ana: E ai Sonia, sua mãe deixou você ir na discoteca com agente.

Sonia 16: Não… não deixou.

Paula: Mais porque não, vai ser chocante.

Sonia 16: Ela disse que lá não tem um ambiente bom.

Cláudia: Que caretice da sua mãe.

Alexandre: To contigo e não abro.

Andréia: E agora amiga, o que vamos fazer?

Sonia 16: Vocês podem ir sem mim.

Ana: Não… sem você eu não vou.

Paula: É verdade… sem você ninguém vai.

Sonia 16: Minha mãe falou para eu convidar vocês para curtir um baile na igreja, disse que lá é muito melhor pra gente.

Andréia: Então tá tudo em cima, se é para ficar com você e não ficar em casa, nós vamos no tal baile.

Luiza: Pessoal, desculpe, mas não faz a minha cabeça essa onda de igreja, e alem do mais eu já combinei com o pessoal da sala 7h na frente da discow. Bichô.

Paula: Tudo bem Lu, cai na estrada.


Mais tarde chegando no Baile:

Sonia e os amigos vão entrando um pouco tímidos… a música começa a tocar e os outros jovens vão os chamando para dançar. Rodolfo, olha encantado para Sonia, e não tira os olhos dela.

No término da dança, Sonia e seus amigos ficam de um lado do palco conversando e do outro lado um grupo de rapazes também conversa. Ao fundo os figurantes ficam simulando dança.

Conversa de Sonia e Amigos.

Sonia: E então, estão gostando do baile?

Ana: Lógico, está tudo em cima.

Andréia: Ainda por cima, tem um monte de brotinhos. Olha, aquele ali, é uma gracinha.

Cláudia: Sonia, aquele de camisa azul não tira os olhos de você desde que chegamos.

Paula: Podes crer, eu percebi. E ele nem disfarça.

Sonia: Para! Vocês estão imaginando coisas. Mas… posso confessar que eu o achei um pãozinho…

Conversa dos meninos

Marcelo: Nossa, bonitas aquelas garotas ali, a moreninha então é uma gata. Nunca a vi por aqui.

Rodolfo: Eu também não. Aquela de cabelo comprido é um broto. Pena que não me deu bola até agora.

Paulo: Então vai falar com ela.

Rodolfo: Não, ainda não, senão vai dar bode. Tenho que ir devagar. Quando for a hora vou falar com ela.

Inicia-se a dança das meninas.

Marcelo e Rodolfo ficam sentados olhando a dança e não tiram os olhos das garotas.

Depois da dança:

Rodolfo: (Sai em direção a Sonia) Oi, qual é o seu nome?

Sonia: Sonia e o Seu?

Rodolfo: Rodolfo. Bem… Desculpe, mas não consigo tirar os olhos de você desde que entrou neste baile. Você é linda.

Sonia: (Envergonhada) Obrigada.

Rodolfo: Quero saber se posso dançar com você a próxima música.

Sonia: (Envergonhada) Claro.

Inicia-se a última música.

No término.

Carla: Nossa, vocês dançam muito bem, e pegaram o passo super rápido

Sofia: Queremos convidá-los para vir na igreja amanhã com a Sonia, e também para o baile da próxima semana.

Ana: Vamos vir sim, estamos adorando.

Alexandre: To contigo e não abro.

Na hora de ir embora, Sonia bate de frente com Rodolfo, ele pede desculpas, e pergunta se pode acompanhá-la até em casa com seus amigos. Os dois saem de mãos dadas junto com os demais amigos.

Depois daquele baile, a minha vida e a vida de meus amigos mudou completamente. Passamos a freqüentar a igreja juntos, eles se batizaram e formamos uma turma muito alegre e unida. Íamos para todas as atividades e todos encontramos pessoas especiais na igreja. Rodolfo e eu, nos conhecemos, namoramos e casamos, e graças a aquele baile que nos uniu, temos você conosco.

Agora, se minha mãe tivesse deixado eu freqüentar as discows, o meu caminho poderia ter sido muito difetente. Minha amiga Luiza por exemplo foi por este caminho. Começou a ir nas discows todos os finais de semana, e foi se afastando cada vez mais de nosso grupo, e assim, se perdeu e depois disso nunca mais conseguiu encontrar um rumo, e seguir seu sonho de mudar o mundo. Nem o seu próprio mundo ela conseguiu mudar.

Mariana: Obrigada mamãe, por me orientar. Tipo assim, agora eu pude entender o que é melhor para mim. Vou pegar meu celular e fazer uns contatos e ir para o baile da igreja hoje a noite. Afinal de contas, não posso perder a oportunidade!!!

Oração

Ajoelhei-me para orar, no fim do dia
Dizendo: Ó Senhor a todos vem abençoar
E a dor dos tristes corações alivia
Fazendo os doentes a saúde recobrar.

Despertei, com novo dia pela frente
E segui meu caminho, indiferente;
Sem um instante sequer procurar
Uma única lágrima enxugar.

Terminei o dia sem ter-me lembrado
De visitar o doente da casa ao lado.
Mas no fim do dia novamente pus-me a orar
Dizendo: Ó Senhor a todos vem abençoar

Desta vez, porém, ouvi claramente
Uma voz sussurrar suavemente:
Pensa, agora filho meu antes de orar
Quem procuraste neste dia abençoar?

As bênçãos mais carinhosas de Deus
Sempre chegam pelas mãos de servos seus.

Envergonhado, escondi o rosto a chorar,
Dizendo: Perdoa-me, ó Deus, por não tentar
Concede-me mais um dia e viverei
Fazendo aquilo pelo que orei.

Sião

Não penseis, ao ir para Sião
Que vossos problemas vão-se acabar
Que somente conforto e prazer
Estarão lá a vos esperar.

Não penseis, ao ir para Sião
Que tudo será puro e santo;
Que a fraude e o engano morrerão
Sem demora, por encanto.

Não penseis, ao ir para Sião,
Que o prêmio já foi conquistado,
Que a guerra já foi ganha
E a salvação, alcançada.

Não, pois o príncipe das trevas
Dez vezes mais se oporá
Quando vos vir a caminho da fonte
De onde a verdade jorra sem cessar.

Escolhas

“As escolhas particulares não são tão particulares: todas ekas tem conseqüências coletivas (…)
Nossa sociedade é a soma do que milhões de pessoas fazem em sua vida particular.
Essa soma de conduta particular tem conseqüências públicas mundiais de magnitude extrema. Não existem escolhas particulares.”

Presidente James E. Faust

Acreditar e Perseverar

Grande parte do nosso bem-estar espiritual depende de nossa habilidade de desenvolver e exercitar fé na divindade de Jesus Cristo. O Élder Maxwell explica: “Todos nós, porém, nos encontramos em diferentes pontos desse processo. Por isso a alguns é dado saber a outros é dado acreditar em suas palavras”. Enquanto estamos desenvolvendo nossa fé em Jesus Cristo, podemos encontrar força nos testemunhos e exemplos dos outros. Enquanto estamos desenvolvendo nosso testemunho, as certezas de outros podem servir de pontes para sustentar-nos em nossa jornada. Entretanto, cada um de nós precisará ter o próprio testemunho algum dia. Sem ele, não perseveraremos na fé até o fim. O presidente Lee disse: “Nossa primeira responsabilidade é assegurar nossa conversão… Convertam-se, pois ninguém poderá sobreviver com a luz alheia”.

A mão que balança o berço governa o mundo.” (Spencer W. Kimball)

“A mulher não foi tirada dos pés do homem para não ser por ele pisada; nem de sua cabeça, para não se achar maior do que ele. Mas, sim da costela, embaixo do coração, para reinar ao seu lado e ser por ele amada.” (Camila Kimball)

Tarefas

Persista em sua tarefa até completá-la;

Muitos começam, mais poucos terminam

Honra, poder, posição e louvor

Virão com o tempo, àquele que perseverar.

Persista em sua tarefa até completá-la;

Dedique-se, trabalhe arduamente e sorria;

Pois da dedicação, do trabalho e do sorriso

Surgirão, depois de algum tempo as vitórias da vida.

O Dom do Espírito Santo

O Dom do Espírito Santo adapta-se a todos os órgãos ou atributos. Aviva todas as faculdades intelectuais, amplia, aumenta, expande e purifica todas as paixões e afeições naturais e as adapta pelo dom da sabedoria ao seu uso correto e legítimo. Inspira, desenvolve, cultiva e faz amadurecer toda a simpatia, todas as alegrias, gostos, sentimentos de afinidade elevados e afeições de nossa natureza. Inspira a virtude, bondade, benignidade, ternura, gentileza e caridade. Desenvolve a beleza da pessoa, sua forma e traços. Enaltece a saúde, o vigor, o ânimo e o sentimento social. Revigora todas as faculdades do homem físico e intelectual. Fortalece e dá tonicidade aos nervos. Em suma, Ele é, de fato, medula para os ossos, alegria para o coração, luz para os olhos, música para os ouvidos e vida para todo o ser.” Parley P. Pratt

Um tributo à esposa depois de cinqüenta anos

O grupo ficou em silêncio, quando Karl Brunel levantou a mão, pedindo que se calassem. “Gostaríamos de ouvir uma ou duas palavras de mamãe e papai agora. Papai, você primeiro. Leo Brunel levantou-se e caminhou vagarosamente para a frente do salão. Ele não era um homem bonito; a idade tinha curvado os seus ombros, havia linhas profundas ao redor de seus olhos, e o que restava do seu cabelo era de um cinza prateado. Mas ao olhar para aquele grupo, seu sorriso era como o de um rapaz que tivesse acabado um prato de bolachas quentinhas. Por um longo momento, ele olhou para a mulher que estava sentada numa das cadeiras da frente, e que sorria também para ele; por fim, ele olhou cuidadosamente o seu relógio. “Exatamente cinqüenta anos e trinta e oito minutos atrás, ajoelhei-me no altar com uma jovem de cabelos escuros e olhos castanhos, que eu considerava a mais adorável criatura de Deus que jamais tinha visto. Um homem que possuía o poder divino estava à frente do altar e nos selou para o tempo e para a eternidade.” Ele fez uma pausa. “Não pretendo compreender a eternidade,” disse finalmente, “mas tenho algum conceito de tempo. Por exemplo, nas cinco décadas a partir daquele dia, passei cerca de quarenta horas por semana em associação profunda, significativa e íntima com aquela mulher. Em cinqüenta anos, isso vem a ser cerca de 104000 horas de comunhão pessoal e íntima. Isso é mais tempo do que passei com os sócios nos negócios, irmãos da igreja, bons amigos e até mesmo meus pais e meus próprios filhos. Se duas pessoas tentassem igualar essa soma num período de tempo, o mais curto possível, teriam que ficar juntos constantemente, sem interrupção, vinte e quatro horas por dia, todos os dias, durante onze anos, dez meses e vinte e quatro dias. Tivesse eu passado esse tempo na escola, teria conseguido um diploma universitário, um mestrado, um doutoramento, e ainda, poderia ter feito três anos de pesquisas após meu doutoramento. Depois poderia ter repetido todo o ciclo cinco ou seis vezes. Apenas o evangelho de Jesus Cristo teve sobre o que sou e o que realizei, um efeito tão profundo quanto o que teve esta mulher. Mesmo nas minhas meditações mais profundas, não posso imaginar que espécie de homem estaria diante de vocês neste dia, se a sua influência me fosse tirada subitamente. A face enrugada suavizou-se, parecendo que ele lembrara de algo. “Tão perfeitamente entrosados nos tornamos, que ela pode dizer-me páginas com um simples olhar, chamar-me ao arrependimento com o toque de sua mão, tirar-me do desespero com o traço de um sorriso, levar-me à dor com o tremer de seus lábios, ou inspirar-me à grandeza com o menear de sua cabeça. Deus certamente deve ter olhado para Leo Brunel e sabido que este homem desajeitado e abrasivo tropeçaria desordenadamente pela vida, se deixado só. E assim ele deu ao meu rude exterior a suavidade protetora do seu encanto, alisou a superfície áspera e irregular com o calor gentil do seu sorriso, preenchendo as lacunas com a plenitude da sua personalidade.” Leo Brunel parou, e depois continuou devagar, molhando diretamente para sua esposa. “Vibro com cada fibra do meu ser, quando penso no que ainda posso tornar-me, quando nossas cem mil horas de associação se expandirem para um milhão de bilhão, na vasta expansão da eternidade. Mesmo a condição de deidade, se eu for tão afortunado que a conquiste, será ganha somente com a ajuda dela.”

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FAMÍLIA

Lares Celestiais – Famílias Eternas

Thomas S. Monson

Hinos e discursos lembram-nos com frequência que a família é a base de uma vida recta, e, nenhuma outra instituição pode substituí-la ou cumprir suas funções essenciais. Uma casa é feita de madeira, pedras ou tijolos. A família é feita de amor, sacrifício e respeito. E a casa pode transformar-se em céu, quando abriga uma família. Há famílias grandes e pequenas, constituídas de pessoas jovens ou idosas. Elas podem estar em excelentes condições ou apresentar sinais de idade, negligência ou deterioração. Podem ser formadas pela mãe, pai, filhos e filhas, todos morando em casa, ou ser constítuidas de uma só pessoa. Mas a família continua sempre, pois as famílias são eternas.

Aprendei do Arquitecto Mestre

Estejamos preparando-nos para formar nossa própria família, ou simplesmente considerando como trazer o céu para mais perto de nosso lar, todos nós podemos aprender com o Senhor. Ele é o arquitecto mestre. Ensinou-nos como devemos construir.

Quando Jesus caminhava pelas estradas poeirentas de cidade e vilas que agora reverentemente chamamos de Terra Santa, e ensinava seus discípulos na bela Galileia, muitas vezes falava em parábolas, numa linguagem que o povo entendia. Referia-se frequentemente à construção da casa, como: “Toda… casa, dividida contra si mesma não subsistirá.” (Mateus 12:25) mais tarde advertiu: “Eis que a minha casa é uma casa de ordem… e não de confusão.” (Doutrina e Convênios 132:8) Numa revelação concedida através do Profeta Joseph Smith, em Kirtland, Ohio, em 27 de Dezembro de 1832, o Mestre aconselha: “organizai-vos; preparai todas as coisas necessárias; e estabelecei uma casa, mesmo uma casa de fé, uma casa de ensino, uma casa de glória, uma casa de ordem, uma casa de Deus.” (D&C 88:119)

Onde qualquer de nós poderia encontrar uma planta mais adequada para construir com mais sabedoria e propriedade? Uma casa assim seria o tipo de casa descrita por Mateus, uma casa construída “sobre a rocha”, capaz de suportar as tormentas da adversidade, as torrentes da oposição e os vendavais da dúvida, sempre presentes em nosso mundo desafiador. (Ver Mateus 7:24-25)

Algumas pessoas poderão perguntar: “Mas essa revelação referia-se à construção de um templo. Aplica-se também à vida familiar?” Eu responderia: “Não declarou o Apóstolo Paulo: “Não sabeis que sois o templo de Deus, e que o Espírito de deus habita em vós?”” (1 Corintíos 3:16) Deixemos que o senhor seja o Arquitecto Mestre da Família – e do lar – que nós edificamos. Assim, cada um de nós será o construtor. Gostaria de mencionar algumas directrizes de Deus, lições de vida e pontos a ponderar ao começarmos a construir.

Ajoelhai-vos para Orar

“Confia no Senhor de todo o teu coração, e não te estribes no teu próprio entendimento. Reconhece-o em todos os teus caminhos, e ele endireitará as tuas veredas.” (Provérbios 3:5-6) assim falou o sábio Salomão, filho de David, rei de Israel. No continente americano, Jacó, irmão de Néfi, declarou: “Olhai para Deus com mentes firmes e rogai a ele com ardente fé.” (Jacó 3:1) Este conselho, divinamente inspirado, pode significar para nós hoje, o mesmo que a água cristalina significa para a terra sedenta. Vivemos numa época tumultuosa. Os consultórios médicos, em todo o mundo, estão repletos de indivíduos com problemas emocionais, além de distúrbios físicos. Os divórcios florescem, porque as pessoas não conseguem resolver seus problemas. Os departamentos de pessoal e assistentes sociais, nas indústrias, trabalham longas horas para auxiliar pessoas em seus problemas. Certo funcionário, encarregado de tratar problemas menores, colocou um pequeno cartaz sobre a sua mesa, para as pessoas que não conseguiam solucionar os seus. Nele estava escrito: “Você já experimentou orar?” Essa pessoa não pensou que estava fornecendo um conselho capaz de solucionar mais problemas, aliviar mais sofrimentos, evitar mais transgressões, e provocar mais paz e contentamento na alma humana, do que qualquer outra coisa. Perguntaram a um famoso juiz dos Estados Unidos como nós, cidadãos dos países do mundo, poderíamos ajudar a reduzir o crime e desobediência à lei, proporcionando mais paz e alegria ás pessoas e nações. Ele respondeu seriamente: “Eu sugeriria a volta ao antigo costume da oração familiar?”

Não nos sentimos gratos pelo facto de a oração familiar não ser, entre nós, como povo, um costume ultrapassado? Não existe visão mais bela, em todo o mundo do que uma família em oração. Há um significado muito real nas palavras: “A família que ora unida permanece unida.” O Senhor instruiu-nos a fazermos oração familiar, quando disse: “Rogai no seio de vossa família ao Pai, sempre em meu nome, a fim de que vossas esposas e filhos possam ser abençoados.” (3 Néfi 18:21)

Gostaria de que olhásseis comigo para um típica família SUD (“Santos dos Últimos Dias”), oferecendo preces ao Senhor. O pai, a mãe e todos os filhos se ajoelham, baixam a cabeça e fecham os olhos. Um doce espirito de amor, união e paz invade o lar. Quando um homem ouve a vozinha de seu filho orando a deus, para que o pai faça as coisas certas e seja obediente aos mandamentos do Senhor, achais que lhe será difícil honrar a oração de seu precioso filho? Quando uma filha adolescente ouve sua doce mãe suplicar a Deus que ela seja inspirada na escolha de suas amizades, e que se prepare para casar-se no templo, não credes que essa filha procurará honrar a humilde súplica da mãe a quem tanto ama? Quando o pai, a mãe e cada um dos filhos oram fervorosamente para que os membros da família vivam dignamente, que os filhos possam, no devido tempo, receber o chamado de servir como embaixadores do Senhor nos campos missionários da Igreja, não começamos a ver como esses filhos chegam à adolescência com o desejo intenso de cumprir missão? Quando oferecemos a deus nossas orações familiares e pessoais, façamo-lo com fé e confiança. Se algum de nós não tem seguido fielmente o conselho de orar sempre, não existe melhor momento para começar do que agora. Aqueles que acham a oração um sinal de fraqueza, devem lembrar-se de que um homem nunca é maior do que quando está ajoelhado.

Servi Espontaneamente

Como exemplo de serviço, voltemo-nos à vida de Jesus. A vida de Jesus, quando ministrou aos homens, é como uma luz voltada para o bem. Ele deu força aos membros dos paralíticos, visão aos olhos dos cegos, audição aos surdos e vida aos mortos. Suas parábolas pregam poder. Com o bom samaritanos, ele ensinou: “Amarás o teu próximo.” por meio da bondade demonstrada à mulher apanhada em adultério, ele ensinou a compreensão piedosa. Na parábola dos talentos, ensinou-nos o aprimoramento pessoal e a luta pela perfeição. Ele podia bem estar-nos preparando para a função de formar uma família eterna. Os que elevam, não se apóiam. Os que realizam, não duvidam. Os que servem, não reclamam.

Na vida do profeta Ezra Taft Benson e em sua família, encontramos um exemplo de serviço espontâneo. O presidente Benson contou às Autoridades gerais como seu pai foi chamado a cumprir missão. Ele deixou para trás a esposa, que esperava outro filho, seus sete filhos, a fazenda, e tudo o que possuía. Perdeu alguma coisa? O Presidente Benson conta como sua mãe reunia a família em redor da mesa da cozinha, e lá, à luz bruxuleante de uma lamparina, lia as cartas do marido. Durante a leitura, interrompia-se vez por outra para enxugar as lágrimas que fluíam livremente. O resultado? Mais tarde, todos os filhos cumpriram missão. Cada um deles serviu espontaneamente.

Auxiliar os que se Desviam

Na jornada ao longo dos caminhos da vida , sempre acontecem acidentes. Alguns afastam-se dos sinais da estrada, que indicam a rota da vida eterna, descobrindo depois que o desvio escolhido não leva a parte alguma. Indiferença, descuido, egoísmo e pecado, tudo isto afasta as pessoas da vida eterna. Em muitas famílias, encontramos indivíduos que, por razões inexplicáveis, rebelam-se, descobrindo mais tarde que o resultado foi apenas dor e sofrimento.

No final do ano de 1985, a Primeira Presidência da Igreja mostrou sua preocupação por aqueles que se haviam afastado do rebanho de Cristo, e publicou uma declaração especial, intitulada: “Convite para Voltar.” A mensagem continha este apelo: “Aconselhamos os membros da Igreja a perdoarem aqueles que possam tê-los ofendido. Aos que deixaram de ser activos e àqueles inclinados a criticar, dizemos: -Voltai. Voltai a banquetear-vos na mesa do Senhor; tornai a provar dos doces e saciadores frutos da fraternidade dos santos. Acreditamos em que muitos anseiam por retornar, mas estão constrangidos em fazê-lo. Asseguramo-vos que sereis recebidos de braços abertos e mãos estendidas, dispostas a ajudar.”

Precisamos estender esse mesmo convite amoroso às pessoas de nossa família que se desviaram dos caminhos da verdade. O amor é o elo de ligação, o bálsamo sanador. Jamais devemos deixar de amar, até mesmo os membros de nossa família que nos causaram sofrimento. O Senhor nos ordenou: “Juntos habitareis em amor.” (D&C 42:45)

Ajoelhai-vos para orar. Servi espontaneamente. Auxiliai os que se desviam. Cada um desses passos é uma página vital da planta de Deus para transformarmos uma casa em lar, e um lar em céu. Construamos com perícia, evitemos os atalhos e sigamos sua planta. Então o senhor, que é o inspector de nossa construção, poderá dizer-nos, como disse a Salomão, um construtor de outros tempos: “Santifiquei a casa que edificaste, a fim de pôr ali o meu nome para sempre; e os meus olhos e o meu coração estarão ali todos os dias.” (1 Reis 9:3). Assim teremos lares celestiais e famílias eternas. Oro humildemente e sinceramente que cada um de nós receba essa bênção.

(Liahona 1988) Copyright A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias

A Quantidade Diária de Amor

por H. Burke Peterson

Há alguns anos, durante a reunião de jejum e testemunho de nossa ala, um jovem pai, orgulhosamente, deu um nome e uma bênção ao seu primeiro filho. Mais tarde, ao levantar-se para prestar o seu testemunho, ele expressou o seu agradecimento por haverem recebido aquela criança, e disse na ocasião, de maneira desconcertante, que, considerando que aquela criança parecia não compreender nada do que lhe disseram, gostaria de saber como poderia comunicar-se com ela. “Tudo o que podemos fazer”, disse ele, “é tomá-la em nossos braços, acariciá-la, abraça-la, beijá-la e murmurar palavras de amor aos seus ouvidos.” Depois da reunião, aproximei-me do jovem pai e disse-lhe que seu testemunho nos mostrou um padrão bem sucedido pelo qual podemos criar filhos saudáveis. Declarei ainda que desejava que ele nunca esquecesse aquilo, mesmo que seu filho chegasse à maturidade, e esperava que continuasse a colocar em prática aquele princípio.

Entre as grandes tragédias que vemos diariamente ao nosso redor, encontram-se inúmeras crianças e adultos que literalmente morrem de fome, porque não estão sendo alimentados com sua quantidade diária de amor. Encontramos em nosso meio milhares de pessoas que dariam tudo na vida para poderem ouvir essas cálidas expressões de afecto. Todos nós já vimos pessoas solitárias e desanimadas que jamais as escutaram.

Há alguns anos, fui designado para visitar uma missão da igreja em outro país. Antes de nossa reunião inicial com os missionários, perguntei ao presidente da missão se havia alguns problemas que eu precisasse resolver. Ele falou-me a respeito de um missionário que decidira voltar para casa mais cedo, pois sentia-se muito infeliz. “Como poderei ajudá-lo?”, perguntei. O presidente não tinha a menor idéia. Quando eu estava cumprimentando os missionários antes da reunião, não foi difícil descobrir qual deles desejava voltar para casa. Disse ao presidente que, caso ele não se importasse, gostaria de falar com aquele jovem, depois da reunião. Enquanto o observava durante o decorrer dos serviços, tudo em que eu conseguia pensar era naquele enorme pedaço de chiclete que ele tinha na boca. Depois da reunião, aquele missionário alto veio até ao púlpito.

-Podemos conversar? – perguntei.

Sua resposta foi uma inferência de que nada lhe importava menos. Fomos para o lado da capela, sentamo-nos e lhe dei a minha melhor prelecção a respeito de por que os missionários não devem voltar mais cedo para casa. Ele ficou olhando o tempo todo para o que se passava fora da janela e não me deu a mínima atenção. Depois daquela ocasião, estivemos juntos durante dois dias em diversas reuniões. Certa vez, ele chegou ao cúmulo de sentar-se na primeira fila de bancos e ler um jornal enquanto eu falava. Sentia que ele me deixava aturdido e nervoso. A esse ponto, meu parecer era de que ele devia voltar para casa – e logo! Estivera orando durante aqueles dois dias, buscando um meio de alcançá-lo, mas não obtive êxito.

Na última noite, depois da reunião eu estava conversando com alguma pessoas em frente da capela, e de soslaio, pude ver aquele élder nas imediações. Naquele momento exacto, entrou em meu coração um sentimento por aquele jovem como jamais havia experimentado em minha vida. Pedi licença e fui até onde ele estava, peguei em sua mão, olhei bem em seus olhos e disse: “Élder, tive muito prazer em conhecê-lo. Quero que saiba que o amo.” Nada mais dissemos, quando nos separámos. Saí da capela, dirigi-me para o meu carro e lá estava ele novamente. Apertei-lhe a mão, coloquei meu braço sobre os seus ombros, e olhei novamente em seus olhos, dizendo. “O que lhe disse há pouco veio do fundo de meu coração. Eu o amo; por favor, mantenha-se em contacto comigo.” O espírito se comunica com o espírito. Foi naquele momento que seus olhos se encheram de lágrimas, e aquele rapaz disse, simplesmente: “Bispo Peterson, em toda a minha vida, jamais me lembro de alguém ter-me dito que me amava.” Agora eu sabia por que ele se sentia tão confuso, perturbado, inseguro, e desejava deixar o campo missionário.

Falando a respeito de um filho ou filha, algumas pessoas diriam: “Ele sabe que o amo. Já não fiz tudo por ele? Compro-lhe roupas, dou-lhe um lar confortável, educação e tantas outras coisas.” Não cheguem a conclusões precipitadas; a menos que uma pessoa sinta que sua necessidade foi suprida, os pais não cumpriram a sua responsabilidade. Devemos fazer um esforço ainda mais definido para realmente comunicarmos nosso amor a uma criança inquiridora. O acto de um pai dar amor a seu filho ou filha não deve depender do comportamento deles. Muitas vezes as pessoas que pensamos menos merecerem o nosso amor, são as que mais dele necessitam. Lembrem-se desta admoestação aos pais que encontramos nas Escrituras: “Não permitireis que vossos filhos andem famintos ou desnudos, nem que transgridam as leis de Deus, e briguem e disputem entre si e sirvam o diabo, que é o mestre do pecado ou o espírito mau de quem nossos pais falaram, o inimigo de toda a justiça. Mas ensiná-los-eis a andar pelos caminhos da verdade e da moderação; ensiná-los-eis a se amarem mutuamente e a servirem uns aos outros.” (Livro de Mórmon, Mosias 4:14-15)

Permitam-me sugerir que os filhos ouvirão mais atentamente os ensinamentos de seus pais e os seguirão com maior devoção, se eles foram anteriormente urdidos com as fibras douradas do amor. Se desejarmos que as nossas palavras sejam lembradas, elas devem ser acompanhadas e seguidas de acções devotas e consideradas que não possam ser esquecidas. Muitas pessoas estão esperando, que as outras dêem o primeiro passo, antes de tomarem uma atitude inicial. Se você é um pai ou filho, esposo ou esposa que esteve esperando que o outro se expressasse primeiro, por favor, atentem para este exemplo.

Um dos segredos mais eficazes para se alcançar a felicidade encontra-se no capítulo quatro de 1 João, no versículo 19. São apenas dez palavras – leiam atentamente:

Nós o amamos a ele, por que ele nos amou primeiro.”

Isto fará com que ocorra uma modificação em nós, pois é uma afirmativa correcta. Conseguiram captar a mensagem que ela mantém? “Ele nos amou primeiro.” Seus filhos os amarão e também seus irmãos, irmãs e companheiros eternos – porque você os amou primeiro. Não quero dizer que isto acontecerá em apenas um dia, uma semana, ou um ano. Mas acontecerá, se vocês não desistirem. Se ainda não conseguiram cultivar o hábito de expressar o seu amor regularmente, é fácil começar – talvez um pouco de cada vez. Ao iniciar essa aproximação, até mesmo um copo de água pode fazer com que uma pessoas se afogue. Estabeleçam a dosagem de acordo com o que a tolerância em aceitá-lo permitir. Seja qual for a quantidade de afecto que derem, mostrem-se sinceros e honestos em suas maneiras de expressá-lo. As montanhas impossíveis de se galgar são escaladas por pessoas que possuem a auto confiança advinda de serem realmente amadas. As prisões e outras instituições, até mesmo os nossos próprio lares, estão cheios de pessoas que sempre tiveram fome de afecto. Num mundo e sociedade em que Satanás está desencadeando os mais violentos ataques que jamais dirigiu aos filhos dos homens, não temos arma melhor para enfrentá-lo do que o amor puro, desinteressado e cristão.

Sei muito bem que para muitas pessoas não é fácil iniciar essas atitudes – nossa vivência, costumes e culturas são diferentes. Sem levar em consideração o que é mais fácil ou difícil para vocês, o Mestre deu um mandamento a todos – não apenas a alguns habitantes de um país ou a uma centena de outro, não apenas a uma família daqui e a outra de acolá, mas a todos os seus filhos agora! Demonstrem-no agora, para que possamos desfrutar das eternidades, juntos como família. Ele nos disse no Evangelho de João: “Um novo mandamento vos dou: Que vos ameis uns aos outros: como u vos amei a vós, que também vós uns aos outros vos ameis. Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros.” (João 13:34-45) Todos nós podemos ser seus discípulos.

Há algumas semanas, o Presidente Kimball passou por mim quando nos dirigíamos apressadamente para uma reunião. Ele parou, apertou-me a mão, olhou bem nos meus olhos, deixou de lado todas as suas outras preocupações e disse, simplesmente: “Sinto muito que às vezes estejamos tão ocupados. Creio que não lhe disse ultimamente o quanto o amo e respeito.” Pude sentir o seu espirito; acreditar nele; e meus espirito se elevou a novas alturas. Se essa expressão emanar do coração, ela produzirá resultados. Ela trará paz e felicidade a uma alma perturbada. Por favor, tentem aplicar esses princípios seguidamente. Eu sei que vive aquele que estabeleceu esse padrão.

Discurso proferido na 147ª Conferência Anual da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias em 3 de Abril de 1977.

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Casamento Celestial – Livro*

PADRÕES DE NAMORO

O casamento certo começa

com o namoro certo.

—Élder Spencer W. Kimball

Presidente Spencer W. Kimball

“ ‘Almas gêmeas’ são ficção e uma ilusão. Embora
todo rapaz ou moça deva procurar com toda diligência e fervor uma pessoa que lhe permita uma vida
compatível e bela, também é certo que praticamente todo casal de bem pode ter felicidade e um casamento harmonioso, se ambos estiverem dispostos a pagar o preço.
(“Oneness in Marriage”, Ensign, março de 1977, p. 4.)

Presidente Ezra Taft Benson

“A missão deve ser encarada não apenas como um dever do sacerdócio, mas todo rapaz deveria ansiar por essa experiência com grande alegria e expectativa. (…)
Não existe nada que possam fazer que seja mais importante.
Os estudos podem esperar, as bolsas de estudo podem ser adiadas; as metas profissionais podem ser postergadas. Sim, até o casamento no templo deve esperar, até que o jovem tenha servido honrosamente ao Senhor.  E quero admoestá-los a somente namorar
moças fiéis ao evangelho, que também creiam nisso e
lhes dêem incentivo.” (Conference Report, abril de 1986, p. 57; ou Ensign, maio de 1986, p. 44.)
“Agora, vocês não devem esperar perfeição ao escolherem sua companheira. Não sejam tão exigentes
a ponto de ignorarem seus atributos mais importantes: um forte testemunho, obediência aos princípios do evangelho, amor ao lar, o desejo de ser uma mãe em
Sião e a disposição de apoiá-los em suas responsabilidades do sacerdócio.
Evidentemente, ela deve ser atraente para vocês, mas
não fiquem namorando uma moça depois da outra por simples prazer, sem procurar a confirmação do Senhor na escolha da companheira eterna.
Um excelente meio de avaliar se uma jovem pode ou não ser a pessoa certa é o seguinte: na presença dela vocês têm os pensamentos mais nobres, aspiram às
melhores ações, desejam ser melhores do que são?”
(Conference Report, abril de 1988, p. 59; ou Ensign, maio de 1988, p. 53.)

Presidente Gordon B. Hinckley

“Como é verdadeiramente bela uma jovem bem vestida que é pura em corpo e espírito. Ela é uma filha de Deus de quem seu Pai Eterno pode orgulhar-Se. Como é
bonito um rapaz bem vestido. Ele é um filho de Deus,
digno de possuir Seu santo sacerdócio. Ele não precisade tatuagens nem brincos na orelha ou em outras  partes do corpo. A Primeira Presidência e o Quórum dos Doze
são todos da mesma opinião quanto a isso. (…)
Agora, apenas algumas palavras sobre o mais comum e mais difícil de todos os problemas que os rapazes e moças enfrentam. É o relacionamento que mantêm uns
com os outros. Vocês estão lidando com o mais forte dos instintos humanos. Apenas o instinto de
sobrevivência talvez seja maior.
O Senhor fez-nos atraentes uns para os outros com um propósito grandioso. Mas essa própria atração torna-se um barril de pólvora se não for mantida sob controle. É
algo belo quando exercido da maneira correta, mas letal quando extrapola os limites estabelecidos pelo Senhor. É por isso que a Igreja se opõe ao namoro precoce.
Essa regra não tem o intuito de prejudicá-los de modo algum. Ela visa a ajudá-los e o fará, caso a observem.
O namoro firme entre pessoas de pouca idade costuma acabar em tragédia. Há estudos que mostram que quanto mais tempo um menino e menina namoram, maior é a
probabilidade de fazerem coisas que não deveriam.
É melhor, meus amigos, sair com várias pessoas diferentes até vocês estarem prontos para casar.
Divirtam-se, mas mantenham a devida distância. Não se precipitem. Talvez não seja fácil, mas é possível. (…) Vocês são por demais preciosos. Significam tanto para a
Igreja. Ela não seria a mesma sem vocês. Atinjam seu potencial, com orgulho de sua herança como filhos de Deus.
Voltem-se para Ele em busca de entendimento e orientação. Andem segundo Seus preceitos e
mandamentos. Vocês podem divertir-se. É claro que sim! Queremos
que o façam. Desejamos que desfrutem a vida. Não
queremos que sejam puritanos. Desejamos que sejam
saudáveis e alegres, que cantem e dancem, que riam e sejam felizes.
Mas em tudo isso, tenham humildade e fé, e o céu lhes
sorrirá.” (“Conselhos e Oração do Profeta para os Jovens”, A Liahona, abril de 2001, pp. 38–40.)

“Não me preocupo com vocês, rapazes que retornaram recentemente do campo missionário.
Vocês sabem tão bem quanto eu o que precisam fazer. É sua responsabilidade e privilégio, por meio do
processo natural de namoro e cortejo, encontrarem
uma maravilhosa companheira e casarem-se com ela
na casa do Senhor. Não se apressem indevidamente nem adiem impropriamente o casamento. ‘Casar com pressa é arrependimento na certa’ diz um antigo
provérbio que ainda faz sentido em nossa época. Mas não percam tempo num infrutífero, frustrante e
frívolo jogo de namoro que apenas cria esperanças e
traz desapontamentos e, em alguns casos, verdadeiro
sofrimento.” (“To Single Adults”, Ensign, junho de 1989, p. 72; ver também pp. 73–75.)

Élder Spencer W. Kimball

“Os rapazes raramente criticam uma moça por usar
pouca maquiagem. Às vezes eles dizem: ‘Ela é uma boa
moça, mas gostaria que se vestisse melhor, e ela usa
muita maquiagem’. O exagero no vestuário, vestir-se de
modo ousado para parecer sensual ou usar excesso de
adornos é, no mínimo, de mau gosto. A moça
inteligente é aquela que sabe usar o suficiente de pó-dearroz
e batom para convencer os rapazes de que sua
bela aparência é real, e não apenas maquiagem. (…)
Os rapazes devem manter o rosto barbeado, o cabelo
penteado, com corte discreto, e as unhas limpas.
Calças muito apertadas e sugestivas fazem os rapazes
parecerem vulgares. Os jovens podem ter uma
aparência agradável, digna e atraente, procurando
vestir-se com bom estilo, evitando os extremos da
moda.” (“Save the Youth of Zion”, Improvement Era,
setembro de 1965, p. 761.)
“Sem dúvida, o casamento certo começa com o
namoro certo. O homem geralmente se casa com
quem se relaciona. (…) Portanto esta admoestação é
dada com grande ênfase. Não se arrisquem em
namorar pessoas que não são membros ou membros
despreparados ou descrentes. Uma jovem talvez diga:
‘Ah! Eu não tenciono casar com ele. É apenas um
passatempo. Isso é muito perigoso, pois ela pode
apaixonar-se por alguém que talvez nunca aceite o
evangelho.” (O Milagre do Perdão, p. 241.)

Élder M. Russell Ballard

“Vocês, rapazes, precisam cultivar uma atitude respeitosa
para com as mulheres de todas as idades. As moças
pediram-me que lhes dissesse que elas gostariam de ser
respeitadas e ser alvo de cortesias sinceras e simples. Não
hesitem em mostrar boas maneiras, abrindo uma porta
para elas, tomando a iniciativa de convidá-las para um
encontro e levantando-se quando elas entrarem numa
sala. Acreditem ou não, nesta era de igualdade de
direitos, nossas moças esperam receber de vocês esse
tipo de cortesia.” (Conference Report, outubro de 1990, p. 48; ou Ensign, abril de 1990, p. 37.)

AMOR

Quando amamos realmente

uma pessoa, preferimos morrer

a prejudicá-la.

—Élder Spencer W. Kimball

Mateus 6:24

“Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há
de odiar um e amar o outro, ou se dedicará a um e
desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e a
Mamom.”

Romanos 8:35, 39

“Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação,
ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez,
ou o perigo, ou a espada? (…)
Nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra
criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está
em Cristo Jesus nosso Senhor.”

Romanos 13:10

“O amor não faz mal ao próximo. De sorte que o
cumprimento da lei é o amor.”

Efésios 5:2, 25, 33

“E andai em amor, como também Cristo vos amou, e se
entregou a si mesmo por nós, em oferta e sacrifício a
Deus, em cheiro suave. (…)
Vós, maridos, amai vossas mulheres, como também
Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela,
(…)
Assim também vós, cada um em particular, ame a sua
própria mulher como a si mesmo, e a mulher
reverencie o marido.”

Doutrina e Convênios, 42:22–23

“Amarás tua esposa de todo o teu coração e a ela te
apegarás e a nenhuma outra.
E aquele que olhar uma mulher para a cobiçar negará a
fé e não terá o Espírito; e se não se arrepender, será
expulso.”

O Que É o Verdadeiro Amor?

Presidente David O. McKay

“Você bem poderia perguntar: ‘Mas como posso saber
que estou amando?’
(…) George Q. Morris [que mais tarde se tornou
membro do Quórum dos Doze Apóstolos deu esta
resposta]: ‘Minha mãe disse certa vez que se você
encontrar uma garota em cuja presença sinta o desejo
de realizar mais, que o inspire a dar o melhor de si e
fazer o máximo que pode, essa jovem é digna de seu
amor e está despertando o amor em seu coração’.
Considero ser (…) esse um guia verdadeiro. Na
presença da moça que você realmente ama, você não
sente vontade de humilhar-se; em sua presença você
não procura tirar vantagem dela; em sua presença
você sente que gostaria de ser tudo que um homem
excelente poderia ser, pois ela irá inspirá-lo a alcançar
esse ideal. E eu peço a vocês, moças, que também
valorizem esse mesmo guia.” (“As Youth Contemplates
an Eternal Partnership”, Improvement Era, março de
1938, p. 139.)

Presidente Ezra Taft Benson

“Se verdadeiramente procuramos ser mais semelhantes
a nosso Salvador e Mestre, nosso supremo objetivo
deveria ser aprender a amar como Ele ama.” (Teachings
of Ezra Taft Benson, p. 275.)

Élder John A. Widtsoe

“O amor é o alicerce do casamento, mas o amor por si
próprio é um produto da lei e opera de acordo com a
lei. O amor verdadeiro cumpre as leis, pois as mais
elevadas satisfações resultam de uma vida de
cumprimento da lei. (…)
(…) O casamento que dura somente esta vida terrena é
muito triste, porque o amor que é desenvolvido entre
um homem e uma mulher, enquanto vivem juntos e
criam sua família, não deveria morrer, mas, sim, viver
e crescer por todos os anos da eternidade. O verdadeiro
amor espera e ora por uma continuação eterna do
convívio com o ente querido. Para aqueles que são
selados entre si por toda a sua existência, o amor é
mais caloroso, mais esperançoso, mais cheio de fé,
coragem e destemor. Essas pessoas têm uma vida mais
rica e cheia de alegria. Para eles, a felicidade e seu
desenvolvimento não têm fim. (…)
Acima da atração física, o amor é gerado por qualidades,
geralmente sutis, da mente e do espírito. Um belo rosto
pode esconder uma mente vazia; uma voz agradável
pode proferir palavras rudes; o corpo bem formado
pode ser mal-educado; a mulher de beleza radiante e o
homem de porte magnífico podem ser intoleravelmente
entediantes quando os conhecemos melhor; ou, a
pessoa que parece atraente pode não ter nenhum
defeito, pode superar-nos em conhecimento e cortesia,
mas não ser do nosso tipo, ou ter interesses diversos dos
nossos. Sejam quais forem as circunstâncias, o amor
definha nesse primeiro estágio. ‘Apaixonar-se’ sempre é
algo que vem de dentro, e não de fora. Ou seja, a
atração física precisa ser reforçada pela harmonia
mental e espiritual para que haja o verdadeiro amor e
este seja duradouro—do ponto de vista dos santos dos
últimos dias, para que dure por toda a eternidade.”
(Evidences and Reconciliations, pp. 297, 299, 302.)

Élder Spencer W. Kimball

“O que é o amor? Muitas pessoas pensam nisso como a
mera atração física quando falam em ‘apaixonar-se’ ou
‘amor à primeira vista’. Isso pode ser a versão de
Hollywood e a interpretação daqueles que escrevem
canções de amor e romances de amor. O verdadeiro
amor não vem embrulhado num papel tão frágil e
inconsistente. Uma pessoa pode sentir-se imediatamente
atraída por outra, mas o amor é muito mais do que a
atração física. Ele é profundo, amplo e abrangente.
A atração física é apenas um de seus muitos elementos,
mas é preciso haver fé, confiança, compreensão e
companheirismo. É preciso haver ideais e padrões
comuns. É preciso haver grande devoção e
companheirismo. O amor é pureza, progresso, sacrifício
e altruísmo. Esse tipo de amor nunca se cansa nem
desaparece, mas sobrevive à doença e a tristeza, à
pobreza e à privação, ao sucesso e ao fracasso, pelo
tempo e por toda a eternidade.” (Love versus Lust, p. 18.)
“Quando amamos realmente uma pessoa, preferimos
morrer a prejudicá-la.” (Teachings of Spencer W. Kimball,
p. 279.)

Élder Gordon B. Hinckley

“Posso rapidamente sugerir quatro pedras angulares
sobre as quais edificar essa casa? Existem outras, mas
gostaria de salientar estas. (…)
A primeira delas chamo de Respeito Mútuo, o tipo de
respeito que considera o cônjuge o amigo mais
precioso na face da Terra, e não uma propriedade ou
um escravo para ser forçado ou compelido a adequar-se
aos caprichos egoístas do outro.
Pearl Buck escreveu: ‘O amor não pode ser forçado. (…)
Ele vem do céu, sem que o peçamos nem busquemos’.
(The Treasure Chest, p. 165.)
Esse respeito advém do reconhecimento de que todos
somos filhos de Deus, investidos com parte de Sua
natureza divina, que cada um de nós é um indivíduo
que tem direito a expressar e cultivar seus talentos
pessoais e merece tolerância, paciência, compreensão,
cortesia, consideração atenciosa. O verdadeiro amor
não é uma questão de romance, mas sim de
preocupação cuidadosa com o bem estar do cônjuge.”
(Conference Report, abril de 1971, pp. 81–82; ou
Ensign, junho de 1971, p. 71.)

Élder Marvin J. Ashton

“O mundo está repleto de pessoas como muitos de
nós, propensos a demonstrar nosso amor com uma
palavra ou declaração.
O verdadeiro amor é um processo. Requer ação pessoal.
O amor deve ser contínuo para ser verdadeiro. O amor
requer tempo. Muitas vezes, as pessoas confundem a
conveniência, a paixão, estímulo, persuasão ou cobiça
com o amor. Quão superficial e vazio seria nosso amor,
se não fosse mais profundo do que o despertar de um
sentimento momentâneo ou a expressão em palavras
tão passageiras quanto o tempo que levamos para dizêlas.
(…)
Devemos, em intervalos regulares e adequados,
reafirmar às pessoas o nosso amor, e depois dedicar o
tempo necessário para provar esse amor por meio de
nossas ações. O verdadeiro amor exige tempo. O
Grande Pastor pensava o mesmo ao ensinar: ‘Se me
amais, guardai os meus mandamentos’ (João 14:15;
grifo do autor) e ‘Se me amas, apascenta as minhas
ovelhas’ (João 21:16; grifo do autor). O amor exige
ação para ser contínuo. O amor é um processo. O amor
não é uma declaração. Não é um anúncio nem um
desejo temporário. O amor não é uma utilidade nem
uma conveniência. ‘Se me amais, guardai os meus
mandamentos’ e ‘se me amas, apascenta as minhas
ovelhas’ são proclamações feitas por Deus que devem
lembrar-nos de que muitas vezes podemos demonstrar
melhor o nosso amor por meio de processos como
nutrir e apascentar. (…)
O amor a Deus requer tempo. O amor à família requer
tempo. O amor ao país requer tempo, o amor ao
próximo requer tempo. O amor ao cônjuge requer tempo. O amor no namoro requer tempo. O amor a si
mesmo requer tempo.” (Conference Report, outubro de
1975, pp. 160, 163; ou Ensign, novembro de 1975, pp.
108, 110.)

Élder Neal A. Maxwell

“O amor perfeito é perfeitamente paciente.” (All These
Things Shall Give Thee Experience, p. 69.)
“Ao contrário de nosso amor, o amor de Jesus consiste
em contenção ativa bem como encorajamento
insistente. Seu perfeito amor por todos nós poupa-Lhe
a necessidade de aceitar-nos como somos, pois Ele sabe
perfeitamente em quem podemos nos tornar.” (Even As I Am, p. 18.)

Élder Richard G. Scott

“O amor, conforme definido pelo Senhor, eleva,
protege, respeita e enriquece os outros. Ele motiva uma
pessoa a fazer sacrifícios por outra.” (A Liahona, julho
de 1991, p. 36.)

Élder Joe J. Christensen

“Sejam rápidos em dizer ‘por favor, desculpe-me’, ainda
que não tenha toda a culpa. Aqueles que estão dispostos
a admitir prontamente os próprios erros e as ofensas
conseguem desenvolver o verdadeiro amor.”
(A Liahona, julho de 1995, p. 70.)

Quais São Alguns dos Falsos Substitutos

do Verdadeiro Amor?

Élder Spencer W. Kimball

“Na hora do pecado, o puro amor é expulso por uma
porta enquanto a concupiscência entra pela outra. O
afeto é então substituído pelo desejo da carne e a
paixão desenfreada. Aceita-se a doutrina que o diabo
está tão ansioso por estabelecer, de que as relações
sexuais ilícitas são justificadas.” (Teachings of Spencer
W. Kimball, p. 279.)
“Se alguém acha que as carícias íntimas e outros
desvios sexuais são uma demonstração de amor, faça a
si mesmo estas perguntas: ‘Se este corpo bonito do qual
tenho feito mau uso de repente ficasse deformado, ou
paralisado, será que minhas reações seriam as mesmas?
Se aquele rosto bonito ficasse marcado pelas chamas,
ou se aquele corpo que usei subitamente se tornasse
enrijecido, ou se aquela mente aguçada que apreciei de
repente se tornasse vazia, será que eu ainda seria um
amante tão ardoroso? Se a senilidade ou qualquer de
seus comemorativos subitamente caísse sobre meu ser
amado, quais seriam as minhas atitudes?’ A resposta
dessas perguntas podem comprovar se ela realmente
ama a outra pessoa ou trata-se apenas de atração física
encorajada por contatos físicos impróprios. O rapaz
que protege sua amada contra todos os usos e abusos,
contra os insultos e a infâmia provenientes de si
mesmo e de outros, pode estar expressando o
verdadeiro amor.
Mas o rapaz que usa sua companheira como um
brinquedo biológico que lhe proporcione satisfação
passageira: Isso é luxúria, e está no extremo oposto
do amor. Uma moça deve agir de modo a tornar-se
espiritual, mental e fisicamente atraente, mas não deve
incitar ou estimular reações físicas no companheiro a
seu lado por palavras, roupas ou ações. Isso pode ser o
verdadeiro amor. A moça que precisa tocar, incitar,
acariciar, tentar e usar não sabe o que é o amor. Isso é
luxúria e exploração.” (Love versus Lust, pp. 18–19.)

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Ciência e Fé

É também nossa função conhecer:

“… a teologia não é o único assunto em que os élderes devem estar interessados. Eles devem estudar: As coisas tanto no céu – Astronomia. Como da terra – Tudo o que concerne ao cultivo do solo. E debaixo da terra – Mineralogia, geologia etc. Coisas que existiram – História, em todos os seus ramos. Coisas que logo acontecerão – Profecias. Coisas daqui e de além-mar – Política nacional e estrangeira. Guerras – perplexidades – julgamentos – Os sinais dos tempos, pelos quais o observador pode reconhecer que o dia do Senhor está às portas. Um conhecimento também de nações e reinos – Geografia física e política, idiomas etc. O Senhor considera essa espécie de estudo necessária (D&C 88:80). Deus não requer que todos os seus servos sejam doutores, professores, nem profundos estudiosos de tais assuntos, mas sim que conheçam o suficiente a respeito deles, para estarem aptos a magnificarem seus chamados como seus embaixadores ao mundo”. (John A. Widtsoe, Priesthood and Church Government, pp. 55-56, Ver Também Manual de Doutrina e Convênios p. 202).

Medicina = Fé.

Porque acreditamos em cuidar de nós mesmos. A quem interessar possa:

“Há ocasiões em que devemos orar pelos enfermos, e pelo poder do sacerdócio impor as mãos sobre sua cabeça para abençoá-los… Entretanto, nossa crença no poder divino de cura não deve excluir a obtenção de competente assistência médica. O Dr. James E. Talmage, do Conselho dos Doze, afirmou em um discurso em 1921: “Afirmo que há pessoas que nos julgam inconsistentes, pois dizem: ‘Se vocês crêem no dom da cura, por que necessitam de MÉDICOS, de cirurgiões, e constroem hospitais?’ Isso acontece porque sabemos que ‘existe uma lei, irrevogavelmente decretada nos céus, desde antes da fundação deste mundo, na qual se baseiam todas as bênçãos, e quando de Deus obtemos uma bênção, é pela obediência àquela lei na qual a bênção se baseia’, e esta lei é, no exemplo que estamos considerando, que façamos tudo o que for possível por nós mesmos… Devemos fazer tudo o que estiver ao nosso alcance, e depois pedir ao Senhor que faça o resto, aquilo que somos incapazes de fazer. Consequentemente, temos elevada consideração pela profissão médica e cirúrgica… Quando tivermos feito tudo o que pudermos, a Providência Divina exercerá a sua influência e poderosa ação.” O fato de que muitos fiéis santos dos últimos dias são contados entre os mais preeminentes médicos e cirurgiões do mundo confirma nossa contínua aceitação do pronunciamento feito pelo Dr. Talmage 56 anos atrás”. (Church News, 19 de Fevereiro de 1977, p. 16, Ver Também Manual de Doutrina e Convênios p. 85).

Compreensão do homem.

“Quão sábio e melhor é para o homem aceitar as verdades singelas do evangelho e a autoridade de Deus, o Criador do mundo, e seu Filho, Jesus Cristo, e aceitar pela fé as coisas cuja falsidade não pode provar e para as quais não têm uma explicação melhor. Ele tem de estar preparado para admitir que existem certas coisas – muitas, muitas coisas – que ele não consegue entender. (Provérbios 3:5-7, Isaias 5:21). Como podemos negar ou mesmo desacreditar de Deus, se não conseguimos entender nem mesmo as coisas mais simples que nos cercam – como se forma uma folha, o que é a eletricidade, o que são as emoções, quando o espírito entre no corpo, e o que acontece quando o abandona? Como podemos dizer que, por não entendermos a ressurreição, ela não pode existir?” (Presidente N. Eldon Tanner, Conferência de Outubro de 1968, p. 49, Ver Manual do Velho Testamento, 1 Reis a Malaquias, p. 14).
**

Nossa ciencia – é fé…..

Quase todo o humano saber – é crer…

Nossa ciência – é fé.
Creio no testemunho dos historiadores – porque não presenciei o que referem.
Creio na palavra dos químicos e físicos – porque admito que não
se tenham enganado nem me queiram enganar.
Creio na autoridade dos matemáticos e astrônomos – porque não sei medir uma só das distâncias e trajetórias siderais.
Tenho de crer em quase todas as teses e hipóteses da ciência – porque ultrapassam os horizontes da minha capacidade de compreensão.
Creio até nas coisas mais cotidianas – na matéria e na força que me
circundam…
Creio em moléculas e átomos, em elétrons e prótons – que nunca vi…
Creio nas emanações do rádium e nas partículas do hélium – enigmas ultramicroscópicos.
Creio no magnetismo e na eletricidade – esses mistérios de cada dia.
Creio na gravitação dos corpos sidéreos – cuja natureza ignoro.
Creio no princípio vital da planta e do animal – que ninguém sabe
definir.
Creio na própria alma – esse mistério dentro do Eu.
Não te admires, meu amigo, de que eu, formado em ciências naturais, creia piamente em tudo isto…
Admira-te antes de que haja quem afirme só admitir o que compreende – depois de tantos atos de fé cotidiana.
O que me espanta é que homens que vivem de atos de crença descreiam de Deus – “por motivos científicos”.
Homem! Tu, que não compreendes o artefato – pretendes compreender o
Artífice?
Que Deus seria esse que em tua inteligência coubesse?
Um mar que coubesse numa concha de molusco – ainda seria mar?
Um universo encerrado num dedal – que nome mereceria?
O Infinito circunscrito pelo finito – seria Infinito?
Convence-te, ó homem, desta verdade: só há duas categorias de seres que estão dispensados de crer: os da meia-noite – e os do meio-dia.
As trevas noturnas do irracional – e a luz meridiana da Divindade…
O insciente – e o onisciente…
Aquele por incapacidade absoluta – este por absoluta perfeição…

O que oscila entre a treva total do insciente e a luz integral do
onisciente – deve crer.
Deve crer, porque a fé se move nesse mundo crepuscular, eqüidistante do vácuo e da plenitude, da meia-noite e do meio-dia…”
Como eu geralmente digo, muitos cientistas são fanáticos tão cegos quanto certos fundamentalistas que derrubam prédios.
Há no mundo uma nova religião, que nem é tão nova: a dos fundamentalistas da crença do descrer.
Se descrê de algo, estará certo em defender sua opinião, mas digne-se a admitir ser questão de fé. Que não seja usado o já decadente nome da ciência como muleta de prata.
Há quem escute com as mãos nos ouvidos, e quem olhe com os olhos fechados. A quem caberá julgar se eles ouvem e vêem?

Huberto Rohden

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Apresentação…

Boooom, esse é meu espaço pra colocar pensamentos SUD’S, partes mais interessantes, ao meu ver, de discursos… e etc.
that’s all, folks…

Fernanda Ribeiro

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