Casamento Celestial – Livro*

PADRÕES DE NAMORO

O casamento certo começa

com o namoro certo.

—Élder Spencer W. Kimball

Presidente Spencer W. Kimball

“ ‘Almas gêmeas’ são ficção e uma ilusão. Embora
todo rapaz ou moça deva procurar com toda diligência e fervor uma pessoa que lhe permita uma vida
compatível e bela, também é certo que praticamente todo casal de bem pode ter felicidade e um casamento harmonioso, se ambos estiverem dispostos a pagar o preço.
(“Oneness in Marriage”, Ensign, março de 1977, p. 4.)

Presidente Ezra Taft Benson

“A missão deve ser encarada não apenas como um dever do sacerdócio, mas todo rapaz deveria ansiar por essa experiência com grande alegria e expectativa. (…)
Não existe nada que possam fazer que seja mais importante.
Os estudos podem esperar, as bolsas de estudo podem ser adiadas; as metas profissionais podem ser postergadas. Sim, até o casamento no templo deve esperar, até que o jovem tenha servido honrosamente ao Senhor.  E quero admoestá-los a somente namorar
moças fiéis ao evangelho, que também creiam nisso e
lhes dêem incentivo.” (Conference Report, abril de 1986, p. 57; ou Ensign, maio de 1986, p. 44.)
“Agora, vocês não devem esperar perfeição ao escolherem sua companheira. Não sejam tão exigentes
a ponto de ignorarem seus atributos mais importantes: um forte testemunho, obediência aos princípios do evangelho, amor ao lar, o desejo de ser uma mãe em
Sião e a disposição de apoiá-los em suas responsabilidades do sacerdócio.
Evidentemente, ela deve ser atraente para vocês, mas
não fiquem namorando uma moça depois da outra por simples prazer, sem procurar a confirmação do Senhor na escolha da companheira eterna.
Um excelente meio de avaliar se uma jovem pode ou não ser a pessoa certa é o seguinte: na presença dela vocês têm os pensamentos mais nobres, aspiram às
melhores ações, desejam ser melhores do que são?”
(Conference Report, abril de 1988, p. 59; ou Ensign, maio de 1988, p. 53.)

Presidente Gordon B. Hinckley

“Como é verdadeiramente bela uma jovem bem vestida que é pura em corpo e espírito. Ela é uma filha de Deus de quem seu Pai Eterno pode orgulhar-Se. Como é
bonito um rapaz bem vestido. Ele é um filho de Deus,
digno de possuir Seu santo sacerdócio. Ele não precisade tatuagens nem brincos na orelha ou em outras  partes do corpo. A Primeira Presidência e o Quórum dos Doze
são todos da mesma opinião quanto a isso. (…)
Agora, apenas algumas palavras sobre o mais comum e mais difícil de todos os problemas que os rapazes e moças enfrentam. É o relacionamento que mantêm uns
com os outros. Vocês estão lidando com o mais forte dos instintos humanos. Apenas o instinto de
sobrevivência talvez seja maior.
O Senhor fez-nos atraentes uns para os outros com um propósito grandioso. Mas essa própria atração torna-se um barril de pólvora se não for mantida sob controle. É
algo belo quando exercido da maneira correta, mas letal quando extrapola os limites estabelecidos pelo Senhor. É por isso que a Igreja se opõe ao namoro precoce.
Essa regra não tem o intuito de prejudicá-los de modo algum. Ela visa a ajudá-los e o fará, caso a observem.
O namoro firme entre pessoas de pouca idade costuma acabar em tragédia. Há estudos que mostram que quanto mais tempo um menino e menina namoram, maior é a
probabilidade de fazerem coisas que não deveriam.
É melhor, meus amigos, sair com várias pessoas diferentes até vocês estarem prontos para casar.
Divirtam-se, mas mantenham a devida distância. Não se precipitem. Talvez não seja fácil, mas é possível. (…) Vocês são por demais preciosos. Significam tanto para a
Igreja. Ela não seria a mesma sem vocês. Atinjam seu potencial, com orgulho de sua herança como filhos de Deus.
Voltem-se para Ele em busca de entendimento e orientação. Andem segundo Seus preceitos e
mandamentos. Vocês podem divertir-se. É claro que sim! Queremos
que o façam. Desejamos que desfrutem a vida. Não
queremos que sejam puritanos. Desejamos que sejam
saudáveis e alegres, que cantem e dancem, que riam e sejam felizes.
Mas em tudo isso, tenham humildade e fé, e o céu lhes
sorrirá.” (“Conselhos e Oração do Profeta para os Jovens”, A Liahona, abril de 2001, pp. 38–40.)

“Não me preocupo com vocês, rapazes que retornaram recentemente do campo missionário.
Vocês sabem tão bem quanto eu o que precisam fazer. É sua responsabilidade e privilégio, por meio do
processo natural de namoro e cortejo, encontrarem
uma maravilhosa companheira e casarem-se com ela
na casa do Senhor. Não se apressem indevidamente nem adiem impropriamente o casamento. ‘Casar com pressa é arrependimento na certa’ diz um antigo
provérbio que ainda faz sentido em nossa época. Mas não percam tempo num infrutífero, frustrante e
frívolo jogo de namoro que apenas cria esperanças e
traz desapontamentos e, em alguns casos, verdadeiro
sofrimento.” (“To Single Adults”, Ensign, junho de 1989, p. 72; ver também pp. 73–75.)

Élder Spencer W. Kimball

“Os rapazes raramente criticam uma moça por usar
pouca maquiagem. Às vezes eles dizem: ‘Ela é uma boa
moça, mas gostaria que se vestisse melhor, e ela usa
muita maquiagem’. O exagero no vestuário, vestir-se de
modo ousado para parecer sensual ou usar excesso de
adornos é, no mínimo, de mau gosto. A moça
inteligente é aquela que sabe usar o suficiente de pó-dearroz
e batom para convencer os rapazes de que sua
bela aparência é real, e não apenas maquiagem. (…)
Os rapazes devem manter o rosto barbeado, o cabelo
penteado, com corte discreto, e as unhas limpas.
Calças muito apertadas e sugestivas fazem os rapazes
parecerem vulgares. Os jovens podem ter uma
aparência agradável, digna e atraente, procurando
vestir-se com bom estilo, evitando os extremos da
moda.” (“Save the Youth of Zion”, Improvement Era,
setembro de 1965, p. 761.)
“Sem dúvida, o casamento certo começa com o
namoro certo. O homem geralmente se casa com
quem se relaciona. (…) Portanto esta admoestação é
dada com grande ênfase. Não se arrisquem em
namorar pessoas que não são membros ou membros
despreparados ou descrentes. Uma jovem talvez diga:
‘Ah! Eu não tenciono casar com ele. É apenas um
passatempo. Isso é muito perigoso, pois ela pode
apaixonar-se por alguém que talvez nunca aceite o
evangelho.” (O Milagre do Perdão, p. 241.)

Élder M. Russell Ballard

“Vocês, rapazes, precisam cultivar uma atitude respeitosa
para com as mulheres de todas as idades. As moças
pediram-me que lhes dissesse que elas gostariam de ser
respeitadas e ser alvo de cortesias sinceras e simples. Não
hesitem em mostrar boas maneiras, abrindo uma porta
para elas, tomando a iniciativa de convidá-las para um
encontro e levantando-se quando elas entrarem numa
sala. Acreditem ou não, nesta era de igualdade de
direitos, nossas moças esperam receber de vocês esse
tipo de cortesia.” (Conference Report, outubro de 1990, p. 48; ou Ensign, abril de 1990, p. 37.)

AMOR

Quando amamos realmente

uma pessoa, preferimos morrer

a prejudicá-la.

—Élder Spencer W. Kimball

Mateus 6:24

“Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há
de odiar um e amar o outro, ou se dedicará a um e
desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e a
Mamom.”

Romanos 8:35, 39

“Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação,
ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez,
ou o perigo, ou a espada? (…)
Nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra
criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está
em Cristo Jesus nosso Senhor.”

Romanos 13:10

“O amor não faz mal ao próximo. De sorte que o
cumprimento da lei é o amor.”

Efésios 5:2, 25, 33

“E andai em amor, como também Cristo vos amou, e se
entregou a si mesmo por nós, em oferta e sacrifício a
Deus, em cheiro suave. (…)
Vós, maridos, amai vossas mulheres, como também
Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela,
(…)
Assim também vós, cada um em particular, ame a sua
própria mulher como a si mesmo, e a mulher
reverencie o marido.”

Doutrina e Convênios, 42:22–23

“Amarás tua esposa de todo o teu coração e a ela te
apegarás e a nenhuma outra.
E aquele que olhar uma mulher para a cobiçar negará a
fé e não terá o Espírito; e se não se arrepender, será
expulso.”

O Que É o Verdadeiro Amor?

Presidente David O. McKay

“Você bem poderia perguntar: ‘Mas como posso saber
que estou amando?’
(…) George Q. Morris [que mais tarde se tornou
membro do Quórum dos Doze Apóstolos deu esta
resposta]: ‘Minha mãe disse certa vez que se você
encontrar uma garota em cuja presença sinta o desejo
de realizar mais, que o inspire a dar o melhor de si e
fazer o máximo que pode, essa jovem é digna de seu
amor e está despertando o amor em seu coração’.
Considero ser (…) esse um guia verdadeiro. Na
presença da moça que você realmente ama, você não
sente vontade de humilhar-se; em sua presença você
não procura tirar vantagem dela; em sua presença
você sente que gostaria de ser tudo que um homem
excelente poderia ser, pois ela irá inspirá-lo a alcançar
esse ideal. E eu peço a vocês, moças, que também
valorizem esse mesmo guia.” (“As Youth Contemplates
an Eternal Partnership”, Improvement Era, março de
1938, p. 139.)

Presidente Ezra Taft Benson

“Se verdadeiramente procuramos ser mais semelhantes
a nosso Salvador e Mestre, nosso supremo objetivo
deveria ser aprender a amar como Ele ama.” (Teachings
of Ezra Taft Benson, p. 275.)

Élder John A. Widtsoe

“O amor é o alicerce do casamento, mas o amor por si
próprio é um produto da lei e opera de acordo com a
lei. O amor verdadeiro cumpre as leis, pois as mais
elevadas satisfações resultam de uma vida de
cumprimento da lei. (…)
(…) O casamento que dura somente esta vida terrena é
muito triste, porque o amor que é desenvolvido entre
um homem e uma mulher, enquanto vivem juntos e
criam sua família, não deveria morrer, mas, sim, viver
e crescer por todos os anos da eternidade. O verdadeiro
amor espera e ora por uma continuação eterna do
convívio com o ente querido. Para aqueles que são
selados entre si por toda a sua existência, o amor é
mais caloroso, mais esperançoso, mais cheio de fé,
coragem e destemor. Essas pessoas têm uma vida mais
rica e cheia de alegria. Para eles, a felicidade e seu
desenvolvimento não têm fim. (…)
Acima da atração física, o amor é gerado por qualidades,
geralmente sutis, da mente e do espírito. Um belo rosto
pode esconder uma mente vazia; uma voz agradável
pode proferir palavras rudes; o corpo bem formado
pode ser mal-educado; a mulher de beleza radiante e o
homem de porte magnífico podem ser intoleravelmente
entediantes quando os conhecemos melhor; ou, a
pessoa que parece atraente pode não ter nenhum
defeito, pode superar-nos em conhecimento e cortesia,
mas não ser do nosso tipo, ou ter interesses diversos dos
nossos. Sejam quais forem as circunstâncias, o amor
definha nesse primeiro estágio. ‘Apaixonar-se’ sempre é
algo que vem de dentro, e não de fora. Ou seja, a
atração física precisa ser reforçada pela harmonia
mental e espiritual para que haja o verdadeiro amor e
este seja duradouro—do ponto de vista dos santos dos
últimos dias, para que dure por toda a eternidade.”
(Evidences and Reconciliations, pp. 297, 299, 302.)

Élder Spencer W. Kimball

“O que é o amor? Muitas pessoas pensam nisso como a
mera atração física quando falam em ‘apaixonar-se’ ou
‘amor à primeira vista’. Isso pode ser a versão de
Hollywood e a interpretação daqueles que escrevem
canções de amor e romances de amor. O verdadeiro
amor não vem embrulhado num papel tão frágil e
inconsistente. Uma pessoa pode sentir-se imediatamente
atraída por outra, mas o amor é muito mais do que a
atração física. Ele é profundo, amplo e abrangente.
A atração física é apenas um de seus muitos elementos,
mas é preciso haver fé, confiança, compreensão e
companheirismo. É preciso haver ideais e padrões
comuns. É preciso haver grande devoção e
companheirismo. O amor é pureza, progresso, sacrifício
e altruísmo. Esse tipo de amor nunca se cansa nem
desaparece, mas sobrevive à doença e a tristeza, à
pobreza e à privação, ao sucesso e ao fracasso, pelo
tempo e por toda a eternidade.” (Love versus Lust, p. 18.)
“Quando amamos realmente uma pessoa, preferimos
morrer a prejudicá-la.” (Teachings of Spencer W. Kimball,
p. 279.)

Élder Gordon B. Hinckley

“Posso rapidamente sugerir quatro pedras angulares
sobre as quais edificar essa casa? Existem outras, mas
gostaria de salientar estas. (…)
A primeira delas chamo de Respeito Mútuo, o tipo de
respeito que considera o cônjuge o amigo mais
precioso na face da Terra, e não uma propriedade ou
um escravo para ser forçado ou compelido a adequar-se
aos caprichos egoístas do outro.
Pearl Buck escreveu: ‘O amor não pode ser forçado. (…)
Ele vem do céu, sem que o peçamos nem busquemos’.
(The Treasure Chest, p. 165.)
Esse respeito advém do reconhecimento de que todos
somos filhos de Deus, investidos com parte de Sua
natureza divina, que cada um de nós é um indivíduo
que tem direito a expressar e cultivar seus talentos
pessoais e merece tolerância, paciência, compreensão,
cortesia, consideração atenciosa. O verdadeiro amor
não é uma questão de romance, mas sim de
preocupação cuidadosa com o bem estar do cônjuge.”
(Conference Report, abril de 1971, pp. 81–82; ou
Ensign, junho de 1971, p. 71.)

Élder Marvin J. Ashton

“O mundo está repleto de pessoas como muitos de
nós, propensos a demonstrar nosso amor com uma
palavra ou declaração.
O verdadeiro amor é um processo. Requer ação pessoal.
O amor deve ser contínuo para ser verdadeiro. O amor
requer tempo. Muitas vezes, as pessoas confundem a
conveniência, a paixão, estímulo, persuasão ou cobiça
com o amor. Quão superficial e vazio seria nosso amor,
se não fosse mais profundo do que o despertar de um
sentimento momentâneo ou a expressão em palavras
tão passageiras quanto o tempo que levamos para dizêlas.
(…)
Devemos, em intervalos regulares e adequados,
reafirmar às pessoas o nosso amor, e depois dedicar o
tempo necessário para provar esse amor por meio de
nossas ações. O verdadeiro amor exige tempo. O
Grande Pastor pensava o mesmo ao ensinar: ‘Se me
amais, guardai os meus mandamentos’ (João 14:15;
grifo do autor) e ‘Se me amas, apascenta as minhas
ovelhas’ (João 21:16; grifo do autor). O amor exige
ação para ser contínuo. O amor é um processo. O amor
não é uma declaração. Não é um anúncio nem um
desejo temporário. O amor não é uma utilidade nem
uma conveniência. ‘Se me amais, guardai os meus
mandamentos’ e ‘se me amas, apascenta as minhas
ovelhas’ são proclamações feitas por Deus que devem
lembrar-nos de que muitas vezes podemos demonstrar
melhor o nosso amor por meio de processos como
nutrir e apascentar. (…)
O amor a Deus requer tempo. O amor à família requer
tempo. O amor ao país requer tempo, o amor ao
próximo requer tempo. O amor ao cônjuge requer tempo. O amor no namoro requer tempo. O amor a si
mesmo requer tempo.” (Conference Report, outubro de
1975, pp. 160, 163; ou Ensign, novembro de 1975, pp.
108, 110.)

Élder Neal A. Maxwell

“O amor perfeito é perfeitamente paciente.” (All These
Things Shall Give Thee Experience, p. 69.)
“Ao contrário de nosso amor, o amor de Jesus consiste
em contenção ativa bem como encorajamento
insistente. Seu perfeito amor por todos nós poupa-Lhe
a necessidade de aceitar-nos como somos, pois Ele sabe
perfeitamente em quem podemos nos tornar.” (Even As I Am, p. 18.)

Élder Richard G. Scott

“O amor, conforme definido pelo Senhor, eleva,
protege, respeita e enriquece os outros. Ele motiva uma
pessoa a fazer sacrifícios por outra.” (A Liahona, julho
de 1991, p. 36.)

Élder Joe J. Christensen

“Sejam rápidos em dizer ‘por favor, desculpe-me’, ainda
que não tenha toda a culpa. Aqueles que estão dispostos
a admitir prontamente os próprios erros e as ofensas
conseguem desenvolver o verdadeiro amor.”
(A Liahona, julho de 1995, p. 70.)

Quais São Alguns dos Falsos Substitutos

do Verdadeiro Amor?

Élder Spencer W. Kimball

“Na hora do pecado, o puro amor é expulso por uma
porta enquanto a concupiscência entra pela outra. O
afeto é então substituído pelo desejo da carne e a
paixão desenfreada. Aceita-se a doutrina que o diabo
está tão ansioso por estabelecer, de que as relações
sexuais ilícitas são justificadas.” (Teachings of Spencer
W. Kimball, p. 279.)
“Se alguém acha que as carícias íntimas e outros
desvios sexuais são uma demonstração de amor, faça a
si mesmo estas perguntas: ‘Se este corpo bonito do qual
tenho feito mau uso de repente ficasse deformado, ou
paralisado, será que minhas reações seriam as mesmas?
Se aquele rosto bonito ficasse marcado pelas chamas,
ou se aquele corpo que usei subitamente se tornasse
enrijecido, ou se aquela mente aguçada que apreciei de
repente se tornasse vazia, será que eu ainda seria um
amante tão ardoroso? Se a senilidade ou qualquer de
seus comemorativos subitamente caísse sobre meu ser
amado, quais seriam as minhas atitudes?’ A resposta
dessas perguntas podem comprovar se ela realmente
ama a outra pessoa ou trata-se apenas de atração física
encorajada por contatos físicos impróprios. O rapaz
que protege sua amada contra todos os usos e abusos,
contra os insultos e a infâmia provenientes de si
mesmo e de outros, pode estar expressando o
verdadeiro amor.
Mas o rapaz que usa sua companheira como um
brinquedo biológico que lhe proporcione satisfação
passageira: Isso é luxúria, e está no extremo oposto
do amor. Uma moça deve agir de modo a tornar-se
espiritual, mental e fisicamente atraente, mas não deve
incitar ou estimular reações físicas no companheiro a
seu lado por palavras, roupas ou ações. Isso pode ser o
verdadeiro amor. A moça que precisa tocar, incitar,
acariciar, tentar e usar não sabe o que é o amor. Isso é
luxúria e exploração.” (Love versus Lust, pp. 18–19.)

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Ciência e Fé

É também nossa função conhecer:

“… a teologia não é o único assunto em que os élderes devem estar interessados. Eles devem estudar: As coisas tanto no céu – Astronomia. Como da terra – Tudo o que concerne ao cultivo do solo. E debaixo da terra – Mineralogia, geologia etc. Coisas que existiram – História, em todos os seus ramos. Coisas que logo acontecerão – Profecias. Coisas daqui e de além-mar – Política nacional e estrangeira. Guerras – perplexidades – julgamentos – Os sinais dos tempos, pelos quais o observador pode reconhecer que o dia do Senhor está às portas. Um conhecimento também de nações e reinos – Geografia física e política, idiomas etc. O Senhor considera essa espécie de estudo necessária (D&C 88:80). Deus não requer que todos os seus servos sejam doutores, professores, nem profundos estudiosos de tais assuntos, mas sim que conheçam o suficiente a respeito deles, para estarem aptos a magnificarem seus chamados como seus embaixadores ao mundo”. (John A. Widtsoe, Priesthood and Church Government, pp. 55-56, Ver Também Manual de Doutrina e Convênios p. 202).

Medicina = Fé.

Porque acreditamos em cuidar de nós mesmos. A quem interessar possa:

“Há ocasiões em que devemos orar pelos enfermos, e pelo poder do sacerdócio impor as mãos sobre sua cabeça para abençoá-los… Entretanto, nossa crença no poder divino de cura não deve excluir a obtenção de competente assistência médica. O Dr. James E. Talmage, do Conselho dos Doze, afirmou em um discurso em 1921: “Afirmo que há pessoas que nos julgam inconsistentes, pois dizem: ‘Se vocês crêem no dom da cura, por que necessitam de MÉDICOS, de cirurgiões, e constroem hospitais?’ Isso acontece porque sabemos que ‘existe uma lei, irrevogavelmente decretada nos céus, desde antes da fundação deste mundo, na qual se baseiam todas as bênçãos, e quando de Deus obtemos uma bênção, é pela obediência àquela lei na qual a bênção se baseia’, e esta lei é, no exemplo que estamos considerando, que façamos tudo o que for possível por nós mesmos… Devemos fazer tudo o que estiver ao nosso alcance, e depois pedir ao Senhor que faça o resto, aquilo que somos incapazes de fazer. Consequentemente, temos elevada consideração pela profissão médica e cirúrgica… Quando tivermos feito tudo o que pudermos, a Providência Divina exercerá a sua influência e poderosa ação.” O fato de que muitos fiéis santos dos últimos dias são contados entre os mais preeminentes médicos e cirurgiões do mundo confirma nossa contínua aceitação do pronunciamento feito pelo Dr. Talmage 56 anos atrás”. (Church News, 19 de Fevereiro de 1977, p. 16, Ver Também Manual de Doutrina e Convênios p. 85).

Compreensão do homem.

“Quão sábio e melhor é para o homem aceitar as verdades singelas do evangelho e a autoridade de Deus, o Criador do mundo, e seu Filho, Jesus Cristo, e aceitar pela fé as coisas cuja falsidade não pode provar e para as quais não têm uma explicação melhor. Ele tem de estar preparado para admitir que existem certas coisas – muitas, muitas coisas – que ele não consegue entender. (Provérbios 3:5-7, Isaias 5:21). Como podemos negar ou mesmo desacreditar de Deus, se não conseguimos entender nem mesmo as coisas mais simples que nos cercam – como se forma uma folha, o que é a eletricidade, o que são as emoções, quando o espírito entre no corpo, e o que acontece quando o abandona? Como podemos dizer que, por não entendermos a ressurreição, ela não pode existir?” (Presidente N. Eldon Tanner, Conferência de Outubro de 1968, p. 49, Ver Manual do Velho Testamento, 1 Reis a Malaquias, p. 14).
**

Nossa ciencia – é fé…..

Quase todo o humano saber – é crer…

Nossa ciência – é fé.
Creio no testemunho dos historiadores – porque não presenciei o que referem.
Creio na palavra dos químicos e físicos – porque admito que não
se tenham enganado nem me queiram enganar.
Creio na autoridade dos matemáticos e astrônomos – porque não sei medir uma só das distâncias e trajetórias siderais.
Tenho de crer em quase todas as teses e hipóteses da ciência – porque ultrapassam os horizontes da minha capacidade de compreensão.
Creio até nas coisas mais cotidianas – na matéria e na força que me
circundam…
Creio em moléculas e átomos, em elétrons e prótons – que nunca vi…
Creio nas emanações do rádium e nas partículas do hélium – enigmas ultramicroscópicos.
Creio no magnetismo e na eletricidade – esses mistérios de cada dia.
Creio na gravitação dos corpos sidéreos – cuja natureza ignoro.
Creio no princípio vital da planta e do animal – que ninguém sabe
definir.
Creio na própria alma – esse mistério dentro do Eu.
Não te admires, meu amigo, de que eu, formado em ciências naturais, creia piamente em tudo isto…
Admira-te antes de que haja quem afirme só admitir o que compreende – depois de tantos atos de fé cotidiana.
O que me espanta é que homens que vivem de atos de crença descreiam de Deus – “por motivos científicos”.
Homem! Tu, que não compreendes o artefato – pretendes compreender o
Artífice?
Que Deus seria esse que em tua inteligência coubesse?
Um mar que coubesse numa concha de molusco – ainda seria mar?
Um universo encerrado num dedal – que nome mereceria?
O Infinito circunscrito pelo finito – seria Infinito?
Convence-te, ó homem, desta verdade: só há duas categorias de seres que estão dispensados de crer: os da meia-noite – e os do meio-dia.
As trevas noturnas do irracional – e a luz meridiana da Divindade…
O insciente – e o onisciente…
Aquele por incapacidade absoluta – este por absoluta perfeição…

O que oscila entre a treva total do insciente e a luz integral do
onisciente – deve crer.
Deve crer, porque a fé se move nesse mundo crepuscular, eqüidistante do vácuo e da plenitude, da meia-noite e do meio-dia…”
Como eu geralmente digo, muitos cientistas são fanáticos tão cegos quanto certos fundamentalistas que derrubam prédios.
Há no mundo uma nova religião, que nem é tão nova: a dos fundamentalistas da crença do descrer.
Se descrê de algo, estará certo em defender sua opinião, mas digne-se a admitir ser questão de fé. Que não seja usado o já decadente nome da ciência como muleta de prata.
Há quem escute com as mãos nos ouvidos, e quem olhe com os olhos fechados. A quem caberá julgar se eles ouvem e vêem?

Huberto Rohden

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Lugares Sagrados _ BYU Television Internacional**

Uau! Acabei de assistir um documentário da BYU sobre fotografias de lugares sagrados. Aliás, o nome do documentário é esse: ‘Lugares Sagrados’.
Fala de povos que construíram edifícios em forma de adoração à Deus, a fim de juntar o que é espiritual com o físico.
Nossa, como aprendi! É nessas horas que vejo o quanto tenho que ainda aprender nessa vida. Às vezes fico aqui, no meu mundinho tolo e pobre; sem ter noção do mundo que me espera lá fora.
Hoje, dia 11 de Janeiro, aprendi muito sobre outras culturas e sobre Deus. Nossa! Quantos povos adoraram à Deus – de sua forma, mas adoraram à Deus. Louvaram Seu nome e o reconheceram como Seu Criador, por mais que nunca o tivesse visto.

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acho que fica na Índia

acho que fica na Índia

O documentário não fala só de religião, mas fotografia. Que aliás, adoro!
Logo no início fala que lugares sagrados, hoje em dia, são separados da civilização. E uma excursão à lugares sagrados são chamados de excursão, sendo que poderia ser algo mais comum.
Adorei a frase dita por Bill Jay: “Quando a arte perdeu sua ligação com adoração, perdeu também seu maior poder.”
Todo o documentário é falado por Val  Brinkerhoff, um fotografo e na minha opinião, um grande filósofo.
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Super inteligente e sincero quando ele fala que existe sim, uma conexão entre Templos “mórmons” e outros Templos…
Sim, porque Deus ama à todos os Seus filhos e essa foi a forma de eles terem a verdade. É isso que nos faz irmãos.

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sem-titulo-151
E outra coisa que me fez refletir é sobre símbolos. Antes ele falou sobre comparações à uma Mesquita, Templos Budistas e inclusive, Templo SUD. Em primeiro lugar, esses são lugares que foram feitos para o Homem se conectar à Deus. E essa vontade de adorá-lo é expresso em
circulos e os quadrados. E os símbolos estão em CADA um dos Templos mencionados.
Por exemplo, na Basílica de São Pedro, em Roma tem o quadrado e o círculo. O quadrado – quatro partes, refere-se às direções cardinais terrestres. “Tudo ligado à Terra, tem 4 no número”. Como as Quatro Estações, os Quatro Elementos…
Quanto ao “domi”, que acho que é o circulo… simboliza a perfeição, coisas divinas. Sendo assim, o quadrado é a Terra, onde estamos. E o circulo é Deus que está sobre nós.

Basilida de São Pedro, em Roma

Basílida de São Pedro, em Roma

Por fim, como Santo dos Últimos Dias, encontramos nos Templos os símbolos.  O Templo é um lugar onde os homens podem se conectar à Deus.
“Terra e céus. O físico e o Espíritual. Deus e o Homem. Unidos, nesses lugares sagrados.” Val Brinkerhoff

Templo SUD

Templo SUD

sem-titulo-181
sem-titulo-19É… simbolos foram usados há séculos para educar e inspirar. Eles são universais. Eles vão além de continentes, culturas e eras.

Joseph Smith disse: “Se você pudesse contemplar os céus por 5 minutos, aprenderia mais do que lendo todos os livros da Terra.” Em outras palavras, ele quis dizer que quando captamos algo visual,  aprendemos muito mais rápido. Interessante não?
Teve até um aluno da BYU – Mike Kemp, que tirou algumas fotos, e eu, de metida peguei três. São bem chiques! Olha só:

temple2-by-mike-kemp
Acho que isso que tem no meio da passagem é um véu, o famoso véu que sempre falam que há nos Templos. Não entendo bem o que é, mas sei que é sagrado.

temple-by-mike-kemp
E essa foto  é do púlpito do Templo.
Foi exatamente aí que Joseph viu Deus e Jesus Cristo, Elias e Moisés.
Especial não?

Templo de Kirtland
Templo de Kirtland

Mike disse que essa foto é muito especial. Ele fez uma analogia muito interessante e tocante com o simples balançar dos galhos na parte exterior do Templo. Ele falou que os galhos estavam movendo de um lado para o outro com o Templo fica no fundo, estável… “e isso é uma lembrança que o homem tende a mudar de opinião e de um ponto de vista. Mas, Deus é o mesmo e os princípios, que eles jamais mudam. E é isso que o Templo representa”
Eu acredito profundamente no que ele disse. Deus não mudou.
Mas enfim, se pudesse… iria baixar e arquivo, mas não posso. Pelo menos não sei como. Mas um dia o farei. Foi muito importante pra mim esse documentário. Nunca esquecerei o que aprendi.

Val Brinkerhoff

Realmente eu sei que Deus vive e de que Ele é nosso Pai, independente de sermos “mórmons” ou não. Todas as religiões contribuem de alguma forma para o crescimento espiritual do Homem. Claro que, algumas são preconceituosas, como a KKK. Mas ainda existem muitas – as mais famosas, que nos dá o exemplo de crescimento espiritual, do qual às vezes falta até nos membros da Igreja de Jesus Cristo. O Senhor no Seu devido tempo, irá recompensar aqueles que fizeram de tudo para alcançar a verdade. E irá, com certeza mostrar o Seu evangelho às pessoas de TODO O MUNDO, não só nas Américas ou Europa. Mas em todos os continentes. Eu sei disso. E quero fazer parte dessa extraordinária mudança que haverá no mundo nos últimos dias: pessoas que não acreditam em Deus, se ajoelharem a noite para conversarem com Ele numa singela oração; pessoas que não tinham esperança nos últimos dias, que terão o conforto do Salvador e de Sua Igreja, sim, a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias.

vamos pregar o evangelho…
com amor, Fernanda Ribeiro*

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P.S.: Que isso seja um testemunho para meus descendentes e amigos, do que sei hoje. Futuramente lerei isso com amor e meu testemunho se fortalecerá. Sim, porque diário serve pra isso.

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A Liahona – JANEIRO 2009

Presidente Henry B. Eyring - 1º Conselheiro na 1º Presidência.

Presidente Henry B. Eyring - 1º Conselheiro na Presidência Geral

Ergamos Nossa Voz de Advertência

Por ser bondoso, o Senhor chama servos para advertir as pessoas de perigos.
Esse chamado é ainda mais importante e mais difícil porque as advertências mais valiosas são as que se referem a perigos que as pessoas não consideram reais. Pensem em Jonas. A princípio, ele fugiu do
chamado do Senhor de advertir o povo de
Nínive, que estava cego ao perigo por causa
do pecado. Ele sabia que aquele povo iníquo
havia rejeitado os profetas no passado, chegando
muitas vezes a matá-los. Mas quando
Jonas agiu com fé, o Senhor o abençoou com
segurança e sucesso.

Eis o encargo dado a cada um dos membros de A
Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias:
“Eis que vos enviei para testificar e advertir o povo, e todo aquele que for
advertido deverá advertir seu próximo”
(D&C 88:81).

O dever de advertir o próximo foi dado
a todos os que aceitaram o convênio do
batismo. Temos que falar do evangelho a
nossos amigos e parentes não-membros.
Nosso propósito é convidá-los a ser ensinados
pelos missionários de tempo integral,
que foram chamados e designados para
ensinar.

Estas palavras do Senhor são verdadeiras para os
missionários e para todos nós: “E agora, se
vossa alegria é grande com uma só alma que tiverdes trazido a mim no reino de meu Pai, quão grande será vossa alegria se me trouxerdes
muitas almas!” (D&C 18:16).
Os missionários vão ajudar-nos e incentivar-
nos, mas a freqüência com que acontecerão
esses momentos na pia batismal e no templo dependerá muito de como encaramos nosso encargo e o que decidiremos fazer a
respeito dele. O Senhor não usaria a palavra
advertir se não houvesse perigo. Mas poucas pessoas se dão conta dele. Elas aprendera a ignorar as crescentes evidências de que a
sociedade está desmoronando e que sua vida
e sua família carecem da paz que costumavam considerar possível.

Para exemplificar, em algum momento no
mundo vindouro, todos aqueles que você
conheceu nesta vida saberão o que você sabe agora.
Eles saberão que a única maneira de viver para sempre em família e na presença de nosso Pai Celestial e Seu Filho,
Jesus Cristo, é decidir entrar pela porta do batismo realizado por alguém que tenha autoridade de Deus.
Saberão que a única maneira de a família se tornar eterna é aceitar
e guardar os convênios sagrados realizados nos templos de Deus nesta Terra. Eles saberão que você sabia disso. E vão-se lembrar se
você ofereceu a eles aquilo que alguém certa vez ofereceu a você.

É muito fácil dizer:
“Não é o momento certo”. Mas há perigo na procrastinação.
Há muitos anos, trabalhei para um homem na Califórnia.
Ele me contratou, foi bondoso comigo e parecia realmente ter grande
consideração por mim. Eu era provavelmente o único santo dos últimos dias que ele conheceu bem.  Não sei por que motivo decidi esperar
que surgisse um momento melhor para falar do evangelho a ele.
Depois que ele se aposentou foi morar em outro lugar.
Lembro apenas o sentimento de pesar que tive
quando fiquei sabendo que ele e a esposa haviam morrido em um acidente de carro quando voltavam para casa, à noite, em Carmel, Califórnia.
Ele amava a esposa. Amava os filhos. Amava os pais. Amava os netos e amaria os filhos deles e gostaria de estar com eles para sempre.
Agora, não sei como tudo isso vai ser resolvido no
mundo futuro, mas acho que quando nos encontrarmos
ele vai olhar bem dentro dos meus olhos, e eu verei em
seu olhar a pergunta:
“Hal, você sabia. Por que não me disse?”
Quando eu penso nele, na viúva que eu batizei e na
família dela que agora está selada a ela, sinto o desejo de
me esforçar mais. Quero aumentar minha capacidade de
convidar as pessoas para serem ensinadas. Tendo esse
desejo e exercendo fé que o Senhor vai-nos ajudar, vamos ter mais sucesso.

A maioria de nós é muito modesta, de modo que
achamos que nossa pequena chama de exemplo é fraca
demais para ser percebida. Mas você e sua família são
muito mais observados do que imaginam. Há algum
tempo, tive a oportunidade de participar e discursar em
uma série de reuniões com quase 300 ministros e líderes
de outras igrejas. Falei individualmente com todos aqueles
com quem consegui conversar. Perguntei por que haviam
prestado tanta atenção na minha mensagem, na qual narrei
a história da origem da Igreja e falei da Primeira Visão
do jovem Joseph Smith e dos profetas vivos. Todos me
deram basicamente a mesma resposta. Referiram-se a uma
pessoa ou família, membros da Igreja que eles conheciam.
Ouvi muitos dizerem:
“Foi a melhor família que já conheci”.
Freqüentemente, ouvi comentários sobre algum
trabalho comunitário ou socorro a catástrofe em que os
membros da Igreja trabalharam de modo extraordinário.
As pessoas que conheci naquelas reuniões ainda não
conseguiam reconhecer a veracidade da doutrina, mas
tinham visto seus frutos na vida dos membros, por isso estavam dispostas a escutar.  Estavam prontas a ouvir as
verdades da Restauração que afirmam que as famílias
podem ser seladas para sempre e o evangelho pode mudar nossa própria natureza. Estavam prontas, graças ao exemplo que vocês deram.

Talvez alguns achem difícil acreditar que
possamos amar o bastante ou que nossa vida
seja boa o suficiente ou que tenhamos capacidade
de testificar de modo que o conviteque fizermos seja aceito.
Mas o Senhor sabia que iríamos nos sentir assim. Ouçam Suas
palavras de encorajamento, que Ele ordenou que fossem colocadas no início de Doutrina e Convênios, quando nos deu este encargo:
“E a voz de advertência irá a todos os povos
pela boca de meus discípulos, que escolhi
nestes últimos dias” (D&C 1:4).
E ouçam Sua descrição das qualificações desses discípulos, ou seja, nós:
“As coisas fracas do mundo virão e abaterão as poderosas
e fortes” (D&C 1:19).
E depois: “Para que a plenitude do meu
evangelho seja proclamada pelos fracos e
pelos simples aos confins da Terra” (D&C 1:23). E novamente:
“E se [forem] humildes, [sejam]
fortalecidos e abençoados do alto” (D&C 1:28).
Essa certeza foi dada aos primeiros missionários da Igreja e aos missionários de hoje. Mas foi dada a todos nós também. Precisamos acreditar com fé que podemos amar o suficiente e que o evangelho já influenciou o suficiente a nossa vida para que nosso convite
seja ouvido como se viesse do próprio Mestre, que foi quem fez o convite.

Testifico que somente aceitando e vivendo
o evangelho restaurado de Jesus Cristo
teremos a paz que o Senhor prometeu nesta
vida e a esperança de vida eterna no mundo futuro.
Testifico que recebemos o privilégio e
a obrigação de apresentar aos filhos de nosso
Pai Celestial, que são nossos irmãos e irmãs, a verdade e as escolhas que conduzem a essas bênçãos.
Jesus é o Cristo, Ele vive, esta é a Sua obra. ◼

Elder Michael John U. Teh - Dos Setenta

Elder Michael John U. Teh - Dos Setenta

Confiança na Presença de Deus

O relato de como o Profeta Joseph Smith procurou saber a qual igreja deveria filiar-se em meio a “controvérsias [de] grupos de religiosos ( Joseph
Smith—História 1:11) dá inspiração e esperança
a todos os que buscam sinceramente a verdade.
Que alívio deve ter sido para Joseph, um humilde rapaz de 14 anos com uma dúvida simples e um desejo sincero, ao ler a seguinte passagem da Bíblia:
“E, se algum de vós tem falta de sabedoria, peça-a
a Deus, que a todos dá liberalmente, e o não lança em rosto, e ser-lhe-á dada” (Tiago 1:5).

Essa escritura proporciona uma boa compreensão do tipo de relacionamento que cada um de nós deve ter com o Pai Celestial.
De fato, esse versículo expressa a terna misericórdia e atitude de nosso Pai amoroso em relação a um filho que O procurou com uma dúvida.
O Pai, geralmente, não responde as orações com visões, como Ele fez no Bosque Sagrado, mas dá respostas que proporcionam paz e consolo.
Foi isso que Ele nos prometeu: responder liberalmente sem repreender.

Quando jovem, tive várias oportunidades
de colocar essa promessa à prova.
Testifico que a promessa é verdadeira.

Essa fé está de acordo com as condições
pelas quais as orações são respondidas, conforme explica esta passagem das escrituras:
“Peça-a, porém, com fé, em nada duvidando” (Tiago 1:6).
À medida que fui crescendo, descobri que
essa fé inabalável se torna cada vez mais difícil de ser exercida.
O mundo planta sementes de dúvida e preconceito em nosso coração e mente. Por esse motivo, o conselho do Salvador
de tornar-nos “como meninos” (Mateus
18:3) passou a ser uma busca constante
durante toda a minha vida.
Descobri que uma fé “como um grão de mostarda” (Mateus
17:20) era algo que estava a meu alcance em
certas ocasiões, porém muito distante em
outras.

Como podemos exercer constantemente
esse tipo de fé? O seguinte conselho ajuda-nos a compreender essa busca digna:
“Aquilo que é de Deus é luz; e aquele que recebe luz e
persevera em Deus recebe mais luz; e essa
luz se torna mais e mais brilhante, até o dia perfeito” (D&C 50:24).
Esse foi o processo adotado pelo Profeta
Joseph Smith. Como outros que o precederam,
ele provou ser digno exercendo constantemente
a fé e utilizando em retidão o arbítrio, ao longo de sua vida. Perseverou em
Deus, recebeu mais luz, e essa luz se tornou mais e mais brilhante até o dia perfeito. Um incidente da vida do Profeta teve uma
vigorosa influência em minha vida, quando jovem:
“Tarde da noite, Joseph estava deitado,
dormindo profundamente por estar muito cansado. (…)
Pouco depois, uma multidão enfurecida arrombou a porta e (…) o agarrou,
arrastando-o para fora da casa, quando Emma gritou. (…)
(…) um grupo se reuniu (…) em conselho.
(…) Quando o conselho chegou ao fim, os líderes da multidão declararam que não iriam matá-lo, mas despi-lo e açoitá-lo com
um chicote. (…) Lançaram-lhe uma colher de
piche mal cheiroso no rosto e tentaram fazer com que ele o engolisse. (…)
Quando o deixaram, Joseph tentou se
erguer, mas caiu novamente, por causa da dor e exaustão. Conseguiu, porém, arrancar o piche do rosto para poder respirar livremente. (…)
Pegando algo para cobrir o corpo, o Profeta
entrou em casa e passou a noite limpando o corpo e cuidando das feridas. (…)
Na manhã seguinte, como era domingo,
as pessoas se reuniram na hora costumeira
de adoração. Entre eles, estavam alguns que
fizeram parte da multidão. (…)
Com feridas e cicatrizes no corpo, Joseph foi à reunião e colocou-se diante da congregação, encarando seus atacantes da noite anterior com calma e coragem. Pregou um sermão vigoroso, e naquele mesmo dia batizou
três fiéis na Igreja”.

Nem consigo imaginar a dor e o sofrimento
que o Profeta Joseph teve que suportar. Ele tinha todos os motivos para
não pregar na manhã seguinte, mas nem aquela nem muitas outras experiências pessoais semelhantes ou piores fizeram com
que ele fugisse de suas responsabilidades. Como podemos, então, sentir-nos justificados em negligenciarmos nosso dever
por causa de um pequeno desconforto ou inconveniência?
A medida que aumentarmos nossa fé e
dedicação, vamos achegar-nos cada vez mais ao Pai Celestial.
“Então clamarás, e o Senhor te responderá;
gritarás, e ele dirá: Eis-me aqui” (Isaías 58:9).
“Então tua confiança se fortalecerá na presença
de Deus; e a doutrina do sacerdócio destilar-se-á sobre tua alma como o orvalho do céu.
(…) E, sem ser [compelida], fluirá para ti eternamente” (D&C 121:45–46).
É um privilégio para mim testificar que
Joseph Smith é um profeta de Deus. Por ele ter buscado sabedoria no Bosque Sagrado e exercido diligência depois disso é que
desfrutamos a plenitude do evangelho de Jesus Cristo. O seguinte tributo escrito pelo Presidente John Taylor (1808–1887), quando
era membro do Quórum dos Doze Apóstolos,
eloqüentemente descreve o que o Profeta Joseph Smith fez por todos nós: “Joseph Smith, o Profeta e Vidente do Senhor, com
exceção apenas de Jesus, fez mais pela salvação dos homens neste mundo do que qualquer outro homem que jamais viveu
nele. (…) Viveu grandiosamente e morreu
grandiosamente aos olhos de Deus e de seu
povo; e como a maior parte dos ungidos
do Senhor na antigüidade, selou sua missão
e suas obras com o próprio sangue” (D&C 135:3).
Usemos constantemente nosso arbítrio
com sabedoria, como fez o Profeta Joseph Smith, exercendo fé inabalável, a despeito de nossas circunstâncias para que nossa confiança
“se [fortaleça] na presença de Deus”. ◼

Elder Clayton M. Christensen - Setenta de Área Área América do Norte Nordeste

Elder Clayton M. Christensen - Setenta de Área Área América do Norte Nordeste

O Conhecimento Mais Útil

Aqueles que conhecem a Universidade
Oxford devem saber que ela é a mais
antiga universidade do mundo. O
prédio em que morei quando era estudante
foi construído em 1410. É muito
bonito de se ver, mas desconfortável para
morar. Quando cheguei a Oxford, dei-me
conta de que seria difícil ser um membro
ativo da Igreja. O Rhodes Scholarship
Trust, que pagava meu estudos, tinha
muitas atividades para aqueles que
recebiam uma bolsa de estudos.
Ao pensar em até que ponto gostaria de participar na Igreja, deime
conta de que não sabia se o Livro de Mórmon era verdadeiro.
Eu já o lera várias vezes, mas geralmente para cumprir um encargo
que me fora dado por meus pais ou meu professor da Universidade
Brigham Young. Mas naquela ocasião, eu precisava desesperadamente
saber se o Livro de Mórmon era verdadeiro. Por isso, decidi
que dedicaria todas as noites o período das 23h à meia-noite para
ler o Livro de Mórmon e descobrir se ele era verdadeiro.
Fiquei me perguntando se não seria ousadia despender tanto
tempo, porque eu tinha um programa acadêmico muito intenso, em
meu curso de economia aplicada. Eu queria tentar terminar o programa
em dois anos, ao passo que a maioria das pessoas o concluía
em três. Não sabia se poderia me dar ao luxo de despender uma
hora por dia nesse empenho.
Mas, mesmo assim, foi o que eu fiz. Comecei às 23h, ajoelhandome
em oração ao lado de um pequeno aquecedor na parede de
pedra, e orei em voz alta. Disse a Deus que estava desesperado
para descobrir se o Livro de Mórmon era verdadeiro. Disse que
se Ele revelasse para mim que o livro era verdadeiro, então eu dedicaria toda minha vida à edificação de Seu reino. Disse-Lhe que
se ele não fosse verdadeiro, eu também precisava saber disso com
certeza, para poder dedicar minha vida a descobrir onde estava a
verdade.
Li a primeira página do Livro de Mórmon. Quando cheguei ao
final da página, parei. Pensei no que tinha lido naquela página e me
perguntei: “Será que isso poderia ter sido escrito por um charlatão
que estava tentando enganar as pessoas, ou foi realmente escrito
por um profeta de Deus? E o que isso significa para mim em minha
vida?” Depois, coloquei o livro de lado, ajoelhei-me em oração e
pedi novamente a Deus: “Por favor, diga-me se este livro é verdadeiro”.
Então, sentei-me na cadeira, peguei o livro, virei a página, li,
parei no fim da página, e fiz a mesma coisa. Fiz isso por uma hora,
todas as noites, noite após noite, naquele quarto frio e úmido de
Oxford.
Certa noite, quando cheguei aos capítulos finais de 2 Néfi, fiz a
minha oração, sentei na minha cadeira e abri o livro. De repente, o
quarto encheu-se de um Espírito belo, cálido e amoroso que me
envolveu e penetrou em minha alma, enchendo-me com um sentimento
de amor que eu nem sequer imaginava que poderia sentir.
Comecei a chorar. Ao olhar, em meio às lágrimas, para as palavras
escritas no Livro de Mórmon, pude ver a verdade nelas como
nunca imaginara ser capaz de compreender. Pude ver as glórias da
eternidade e pude ver o que Deus tinha reservado para mim, como um de Seus filhos. Esse Espírito permaneceu
comigo durante toda aquela hora e em
todas as outras noites em que orei e li o Livro
de Mórmon em meu quarto. Esse mesmo
Espírito sempre retornava, e isso mudou meu
coração e minha vida para sempre.
Relembro o conflito que senti, questionando
se poderia me dar ao luxo de passar
uma hora por dia longe do estudo de
economia aplicada para descobrir se o Livro
de Mórmon era verdadeiro. Eu uso economia
aplicada talvez uma vez por ano, mas meu
conhecimento de que o Livro de Mórmon é a
palavra de Deus, eu uso muitas vezes a cada
dia de minha vida. De toda instrução que
consegui adquirir, esse foi o conhecimento
mais útil que eu já obtive.
Para aqueles que ainda estejam vivendo
pelo testemunho de outros, convido-os a
reservar uma hora todos os dias para descobrir
por vocês mesmos se o Livro de Mórmon
é verdadeiro, porque isso vai mudar seu
coração, como mudou o meu. Então, um dia
vocês poderão voltar ao lugar em que moravam
quando Deus revelou isso para vocês
e mostrá-lo para seus filhos e seu cônjuge,
dizendo: “Este é um lugar sagrado porque
foi aqui que fiquei sabendo que Jesus é o
Cristo”.
Ao procurar magnificar meu chamado e
conhecer Jesus Cristo, posso testificar que sei
com certeza que Ele é o Filho de Deus e que
Ele vive. Sei com certeza que Ele conhece e
ama cada um de nós. ◼
Extraído de um discurso devocional proferido na
Universidade Brigham Young, em 8 de junho de
2004. Para o texto completo do discurso em inglês,
entre em http://www.byui.edu/Presentations/transcripts/
devotionals/2004_06_08_christensen.htm.

M e n s a g e m    d a s    P r o f e s s o r a s    V i s i t a n t e s

Permanecer Firmes e Inamovíveis na Fé

Mosias 5:15:
“[Sede] firmes e inamovíveis, sobejando sempre em boas
obras, para que Cristo, o Senhor Deus Onipotente, possa selar-vos como
seus, a fim de que sejais levados ao céu e tenhais salvação sem fim e vida eterna”.

Como Posso Permanecer Firme e Inamovível na Fé?
3 Néfi 6:14: “A igreja se dissolveu em toda a terra, salvo entre alguns
lamanitas que se haviam convertido à verdadeira fé; e não se afastaram
dela, pois eram firmes e constantes e inabaláveis, desejando guardar com
todo o empenho os mandamentos do Senhor”.

Julie B. Beck, presidente geral da
Sociedade de Socorro:
“As mulheres da Igreja precisam ser firmes e inamovíveis em sua fé.
Elas podem e devem destacar-se em viver e prestar seu testemunho
do Senhor Jesus Cristo e de Seu evangelho restaurado. Fazemos
isso à medida que:

1. Fazemos convênios com Ele e os
guardamos;
2. Mantemo-nos dignas de adorar
em Seus templos;
3. Estudamos Sua doutrina nas
escrituras e nas palavras dos profetas;
4. Qualificamo-nos para ter a
companhia do Espírito Santo, para
reconhecer Sua influência e segui-Lo;
5. Compartilhamos e defendemos
Seu evangelho;
6. Participamos de orações pessoais
e familiares sinceras;
7. Realizamos a noite familiar;
8. Vivemos os princípios da autosuficiência
e do viver previdente.

Essas são coisas essenciais que precisam ser feitas antes das coisas
não essenciais. São práticas simples e indispensáveis que quase parecem
ser temporais quando conversamos a seu respeito.
(…) Ninguém pode fazer essas coisas por nós — elas são práticas e hábitos pessoais, que nos diferenciam como sendo firmes
e inamovíveis naquilo que é correto”
(“O Que as Mulheres da Igreja Fazem de Melhor: Permanecem
Firmes e Inamovíveis”, A Liahona e Ensign,
novembro de 2007, pp. 109–110).

Cheryl C. Lant, presidente geral da
Primária:
“Nossa conversão pessoal virá quando começarmos a viver
da forma que o Senhor espera que vivamos, firmes e inamovíveis em
guardar todos os mandamentos, não apenas aqueles que são convenientes.
Isso então se torna um processo de refinamento ao tentarmos tornar
cada dia um pouco melhor que o anterior. Assim, nossas tradições se
tornam boas tradições” (“Boas Tradições”, A Liahona
e Ensign, maio de 2008, p. 14).

Por Que Devemos Ser Firmes e
Inabaláveis na Fé?
Élder M. Russell Ballard, do Quórum
dos Doze Apóstolos:
“Sua fé e
seu conhecimento da restauração do evangelho vão lhe dar forças para
ser fiel e leal aos convênios que fez com o Senhor e para compartilhar
suas forças e talentos com alegria para edificar o reino de Deus aqui
na Terra! Seu testemunho de Jesus Cristo é a âncora mais importante que você pode ter para ajudá-lo a permanecer firme e inabalável nos
princípios de retidão, a despeito de todos os desafios e tentações que
possam surgir no futuro” (“Steadfast in Christ”, Ensign,
dezembro de 1993, p. 52).

Élder Richard G. Scott, do Quórum
dos Doze Apóstolos:
“Você nem sequer pode imaginar agora o que
essa sua decisão de ser inabalavelmente obediente ao Senhor vai permitir
que realize na vida.
Sua serena e imutável determinação de viver em retidão vai dotá-lo de inspiração e poder que vão além de sua capacidade de compreensão” (“Making the Right Decisions”, Ensign, maio de 1991, p. 34). ◼

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Ensinamentos dos Presidentes da Igreja – Joseph Smith

Joseph Smith - O Profeta da Restauração

Joseph Smith - O Profeta da Restauração

“Joseph Smith, o Profeta e Vidente do Senhor, com exceção apenas
de Jesus, fez mais pela salvação dos homens neste mundo do
que qualquer outro homem que jamais viveu nele” (D&C 135:3).
Essa assombrosa declaração descreve um homem que foi chamado
por Deus aos quatorze anos de idade e que viveu somente
até os 38.” pág;1.

“Por meio dele, a verdadeira
Igreja do Senhor foi novamente organizada na Terra.
Hoje, o trabalho que foi iniciado com Joseph Smith prossegue
em todo o mundo. A respeito do Profeta Joseph Smith, o
Presidente Wilford Woodruff testificou: “Ele foi um profeta de
Deus e firmou o alicerce da maior obra e dispensação que já
foram estabelecidas na Terra.” pág;1.

“O caráter extraordinário do Profeta manifestou-se cedo na
vida. A família Smith estava morando em West Lebanon, New
Hampshire, quando uma epidemia mortal de febre tifóide atingiu
muitas pessoas da comunidade, inclusive todos os filhos da família
Smith. Embora os outros filhos tenham-se recuperado sem
complicações, Joseph, que estava com sete anos na época, desenvolveu
uma grave infecção na perna esquerda. O Dr. Nathan
Smith, da Faculdade de Medicina de Dartmouth, próximo a
Hanover, New Hampshire, concordou em realizar um novo procedimento
cirúrgico para tentar salvar a perna do menino.
Quando o Dr. Smith e seus colegas se prepararam para operar,
Joseph pediu à mãe que saísse do quarto para que não testemunhasse
o sofrimento dele. Recusando-se a tomar bebidas alcoólicas
para aliviar a dor e recorrendo apenas ao abraço consolador
do pai, Joseph corajosamente suportou as dores quando o cirurgião
fez a incisão na perna e raspou parte do osso. A cirurgia foi
um sucesso, embora Joseph tivesse que caminhar por vários anos
com a ajuda de muletas e tenha ficado discretamente manco pelo
resto da vida.” pág;3.

“Em 1816, depois de repetidos fracassos nas colheitas, Joseph
Smith Sr. mudou-se com a família de Norwich, Vermont, para
Palmyra, Nova York, esperando encontrar condições mais prósperas.
Anos mais tarde, o Profeta recordou: “Estando em situação
quase indigente, fomos obrigados a trabalhar arduamente para
sustentar uma família grande (…) e isso exigiu o esforço de todos
que eram capazes de proporcionar qualquer auxílio para o sustento da família, por isso fomos privados do benefício de uma
instrução formal. Basta dizer que somente aprendi a ler e a escrever
e foram-me ensinados os fundamentos básicos da aritmética”. pág; 5.

“Após séculos de trevas espirituais, a palavra do Senhor e a realidade de Deus, o Pai e Seu Filho Jesus Cristo foram reveladas ao mundo por meio
daquele vaso jovem e puro.” pág; 6.

“O jovem Profeta, então
com 17 anos, pensava no que o futuro lhe reservava. Na noite de
21 de setembro de 1823, orou sinceramente pedindo orientação
e perdão por suas “fraquezas e imperfeições” de jovem. Em resposta
a sua oração, seu quarto do sótão encheu-se de luz e um
mensageiro celeste chamado Morôni apareceu. Joseph lembrou,
mais tarde, que “[ele] declarou ser um anjo de Deus, enviado
para trazer as alegres novas de que o convênio que Deus fez com
a antiga Israel estava prestes a ser cumprido, que o trabalho preparatório
para a segunda vinda do Messias rapidamente iria
começar; que estava chegando a hora de o Evangelho em toda a
sua plenitude ser pregado com poder a todas as nações para que
um povo fosse preparado para o reino milenar. Fui informado de
que tinha sido escolhido para ser um instrumento nas mãos de
Deus para levar a efeito alguns de Seus propósitos nesta gloriosa
dispensação” pág;  7.

“Nos quatro anos seguintes, Joseph deveria encontrar-se com
Morôni na colina, no dia 22 de setembro, para receber mais
conhecimento e instruções. Precisaria daqueles anos de preparação
e refinamento pessoal para traduzir o antigo registro. Tinha
que estar preparado para a tarefa de levar adiante uma obra cujo
propósito era convencer “os judeus e os gentios de que Jesus é o
Cristo, o Deus Eterno, que se manifesta a todas as nações”
(Página de Rosto do Livro de Mórmon).” pág; 7.

“Embora seu casamento viesse a ser testado pelo
falecimento de filhos, dificuldades financeiras e as freqüentes
ausências de casa de Joseph no cumprimento de seus deveres,
Joseph e Emma amavam-se profundamente.” pág; 8

“Em uma revelação do Senhor, Joseph aprendeu que precisava sempre
temer a Deus mais do que aos homens (ver D&C 3). A partir
dessa época, embora tivesse apenas 22 anos de idade, sua vida foi
um exemplo devido à completa dedicação ao cumprimento de
todo mandamento do Senhor.” pág;9

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Apresentação…

Boooom, esse é meu espaço pra colocar pensamentos SUD’S, partes mais interessantes, ao meu ver, de discursos… e etc.
that’s all, folks…

Fernanda Ribeiro

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